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quinta-feira, 30 de julho de 2009

AGOSTO 21, 2009

Com o poder infinito e eterno do amor incondicional e da luz Crística, estamos convosco, com cada um e com todos, durante todo o vosso caminho espiritual...

















A dualidade a acabar: passos para livrar a Terra da influência das trevas; irradiem a vossa luz; a vacinação compulsiva contra a gripe suína; resultados do medo; ajuda específica de outras civilizações.









1.Um muito bom dia a todos! Este é Mateus, a saudar-vos com o amor de todas as almas desta estação. Muitos de vós estão a dar as boas vindas a estes dias que estão a chegar; evidência inegável de que a Terra alcançou planos e energias onde todas as acções e reacções estão a “acelerar,” porque a dualidade na humanidade salta e pula para desaparecer. Mas grande parte da população vê os acontecimentos com confusão, desencorajamento ou com medo. Referi-me anteriormente aos ‘solavancos’ na estrada enquanto a jornada na Terra progride, mas os solavancos e os buracos descrevem melhor os altos e os baixos de todas as almas, nesta época de passo acelerado da Terra para a quarta densidade, onde apenas o melhor da natureza humana floresce.

2. As vibrações mais altas que vos rodeiam, ou que estão dentro de vós, produzem anomalias físicas e emocionais, e em mensagens anteriores, oferecemos sugestões para lidarem com isso. O que merece maior atenção é o que o medo produz. As pessoas que têm medo do que o que elas pensam que está a acontecer, e do que está para vir, irão sofrer um grave estremeção em numerosos aspectos das suas vidas, durante esta fase final da terceira densidade, no planeta. Se soubessem que as remotas idades do controlo das trevas sobre a vida da Terra está a terminar, regozijar-se-iam com os trabalhadores da luz e com os guerreiros da luz em todo o universo, mas não estão a recordar a sua exultação quando foram escolhidas para encarnar e participar nesta transformação na gloriosa Idade Dourada.

3. No entanto, o tumulto dentro dos indivíduos causado por esta massa de esquecimento durante a mudança do “velho” para o “novo,” falando de uma maneira simples, foi antecipado pelos membros do alto conselho universal que conceberam e arquitectaram o plano mestre da Idade Dourada. O plano incluiu milhões e milhões de almas de civilizações avançadas, cuja ajuda essencial na Terra, dentro e acima dela, assegurariam que não só sobreviveria aos estertores da morte, mas seria restaurada como sendo o paraíso original, em que toda a sua população vivia em harmonia uns com os outros e com toda a Natureza.

4. Os membros da vossa família universal também estão a ajudar a acordar as almas para poderem viajar mais facilmente a estrada sulcada, durante estes últimos estádios da transição. Vós, que abristes os olhos para a iluminação e para a elevação, oferecestes o jorrar de luz e não necessitais de sofrer o tumulto, que os que têm medo, estão a manifestar. À guisa de lembrança, a lei da atracção está em movimento contínuo, trazendo circunstâncias de acordo com a energia que estais a projectar com os vossos pensamentos e sentimentos. Quando esses pensamentos e sentimentos estão alinhados para Ser a vossa Divindade, não tendes NADA a recear!

5. Para os indivíduos que estão preocupados e ansiosos sobre a segurança física e financeira deles, o universo – que é impessoal ou neutro, porque é energia - irá forçá-los, fornecendo-lhes circunstâncias poderosas, que se emparelham com as correntes de energia que eles enviam. Isso irá incluir pessoas que vos são muito queridas – família, amigos, vizinhos e colegas. Sintam compaixão, ajudem sempre que puderem, amem-nos e rodeiem-nos de luz, mas não fiquem emaranhados nos seus dramas e traumas. Isso não iria ajudar nem um pouco, mas iria diminuir a vossa luz e enfraquecer a vossa força espiritual.

6. Não estamos a sugerir que enterrem a vossa cabeça na areia, para evitar observar o que está a acontecer perto de vós, ou a analisar os acontecimentos que ocorrem em lugares distantes. Estamos a sugerir – a recomendar! – que observem com paciência e sem fazer julgamentos, sabendo sempre que a luz sairá vitoriosa. Ao fazer isso, a paz do vosso interior irá irradiar como uma luz grande à vossa volta, e é, de longe, o benefício mais poderoso para as almas que cuidais. E é tão fácil – simplesmente, estais a SER luz!

7.Tudo aquilo que vedes a desenvolver-se no tempo linear, foi completado no continuum intemporal, onde a vida na Idade Dourada é uma realidade. Compreendemos que não é possível para vós, imaginar o contínuum ou a extensão da transformação do mundo que está a caminho, e sabemos que muitas pessoas vêm como preocupantes, as acções que, na realidade, são “passos de dança” intricados para eliminar, permanentemente, as influências das trevas, em tudo o que afecta a vida no planeta. A música e os dançarinos diferem, de nação para nação, mas a vénia triunfante do fim, irá ser a mesma para todos.

8. Estais a testemunhar o desenrolar de um processo cuja extensão, velocidade e impacto sem precedentes, está a abanar o vosso mundo, para o remodelar como um lugar de amor, paz, justiça e abundância para todos, e onde a cooperação respeitadora irá reinar. Os que são responsáveis por conduzir o caminho estão contra os que são hostis e teimosos e que usam todo o seu poder para resistir aos esforços das reformas, Os chefes iluminados podem vacilar, mas erguer-se-ão rapidamente e irão ganhar de novo o momentum, porque a sua visão nunca esmorecerá nem lhes faltará determinação. E os que se lhes opuserem, irão falhar.

9. Então agora vou desenvolver um assunto de interesse global. Neste momento, no campo do potencial da Terra, a energia do grito sobre a vacinação compulsiva contra a gripe suína, ou H1N1 (gripe A) como foi denominada, está a sobressair da energia daqueles que estão por trás desse plano. Foi o medo, na consciência da massa, que serviu de combustível à intenção das trevas de tornar a pôr este assunto no centro do palco, e como este medo foi ligeiramente reduzido – apesar da badalação da comunicação social (mídia) – isso reduziu correspondentemente a possibilidade de alguém ser vacinado. No entanto, essa tendência positiva pode ser revertida se o medo aumentar. E essa possibilidade está a manter viva a esperança dos Illuminati, de que possam pôr esse plano em funcionamento.


10. NÃO sucumbir ao medo sobre esta situação – ou qualquer outra que seja da intenção das trevas! – faz parte da vossa protecção pessoal. A outra parte que é pertinente para a vacinação compulsiva é o que mencionamos anteriormente – a tecnologia da nossa família universal é usada para neutralizar todos os ingredientes nocivos nas vacinas. Mas, de modo algum, a ajuda deles se limita a isso! Em vez de eu mencionar outras maneiras de como a vossa irmandade do espaço está a ajudar a Terra e a vós, pedi à minha mãe para copiar excertos das apresentações formais dadas pelos seus representantes, para que, desta maneira, saibam da ajuda deles pelas suas próprias palavras.

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11. ÍCARUS: Ícarus, como muitos outros nomes da vossa mitologia, descende de um facto. O Ícaro mitológico é chamado assim devido às suas asas douradas de cera, uma inspiração simbólica que veio da nossa frota do espaço. Possuímos uma excelente frota devido a uma inteligência muito avançada e a uma tecnologia superior, que derivou mais do uso completo do nosso cérebro do que a vossa civilização actual. Isto não é falar de uma maneira egoísta, Senhora Suzy, apenas é um facto. A nossa energia a ser usada como combustível, calor, iluminação – todas as necessidades – vem directamente de fontes fornecidas por Deus.

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Estamos a enviar-te a nossa imagem. Como vês, não temos aparência humanóide, mas só no nosso habitat natural aparecemos sob uma forma alta, elegante, de membros compridos, de cor prateada e muito, muito finos, com olhos grandes e dedos ágeis e compridos. Não nos preocupamos com a palavra “aranha” que veio ao teu pensamento, mas é a tua comparação e aceitamo-la.

Podemos encarnar de modo a parecer exactamente qualquer forma que imaginemos ou desejemos imitar, incluindo uma forma como tu. É por isso, que muitos de nós já estão entre vós e vocês nem dão por isso! Estamos a ajudar na limpeza, estando a ocupar posições influentes, por isso, podemos fazer a diferença nas direcções que afectam o ambiente, a poluição e as indústrias, e, por outras palavras, pode reduzir a negatividade da Terra e, por esta razão, a destruição da terra firme e dos mares.

Fazemos parte de uma força na Terra, disfarçados de humanos, que não pode declarar abertamente a sua presença ou objectivo, que é a verdadeira salvação do vosso planeta! Naturalmente, gostaríamos de ser conhecidos tal como somos, e não termos de nos esconder mais entre vós. No entanto, ainda não é a altura própria, de acordo com as nossas mensagens directamente para Deus, que governa todas as decisões de maior importância deste universo, e que tem o seu próprio horário para os benefícios óptimos que dizem respeito a todos.

Estamos desejosos de ajudar em todos os aspectos, e de não nos apropriarmos do vosso auto governo, que está de acordo com as leis de Deus e do Universo. Honraremos todo o auto governo e todas as decisões, a menos que tenham como objectivo - como muitas têm – de auto destruição e da destruição do planeta. Nesse caso, temos poderes para nos opormos tecnologicamente a essas forças, para impedir tudo o que seja traumaticamente destrutivo para o planeta e para as suas formas de vida.

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12. LAZARUS: Devido à nossa capacidade e boa vontade em ajudar a Terra a libertar-se da negatividade, o Concílio pediu-nos para te dar informação sobre isto para o livro. Somos irmãos em espírito, nós e vós, e por esta razão, colaboradores naturais ao serviço de Deus. Estamos entre os milhões da vossa família universal, cujas naves têm estado a rodear o vosso planeta em “dever activo” durante mais de cinquenta anos, aliviando a Terra da negatividade que quase matou o corpo planetário dela.

S: Como é que aliviais a negatividade?

LAZARUS: Combinamos a nossa energia com a de outras entidades que também querem preservar a vida da Terra. Viemos em massa para insuflar a nossa energia nos pulmões dela, que são o ar, a atmosfera, para derrotar muitos poluentes que a estavam a matar.

Não somos guerreiros, somos mais mentes de engenharia. A nossa energia ajudou a estabilizar o planeta e a fixar a sua órbita através de áreas onde outros corpos celestes podiam afectar seriamente a sua estabilidade orbital. Diminuímos, ou nivelamos, os efeitos do que chamais “desastres naturais” para impedir a destruição em larga escala que, de outro modo, aconteceria. Removemos a força da energia que se fomenta sob a superfície que iria produzir erupções vulcânicas de tal magnitude que iriam explodir montanhas inteiras e destruir as cidades circundantes. Estabilizamos as linhas tectónicas para que os tremores de terra sejam mais brandos – ainda libertam energia, mas não destroem vastas áreas que poderiam aniquilar, se não fosse a nossa interferência.
Acalmamos os mares e abrandamos as forças dos ventos para que não tenham a amplitude de furacões, ciclones e tornados e não inundem as áreas costeiras, o que aconteceria se não fizéssemos isso. Alteramos o curso dos fragmentos celestes dentro da distância de impacto com a Terra. Mantemos um ritmo que é necessário para todas as vossas forças vivas. São exemplos claros da nossa participação na limpeza?

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Quero dar a certeza de que, com toda a luz irradiada, a bem amada Terra ganhou muito da sua robustez primitiva. Mas ainda a estamos a aspergir com a nossa energia juntamente com a nossa tecnologia, para manter a sua estabilidade, porque nem todo o distúrbio acabou, para a libertar da negatividade, e não vamos diminuir a nossa diligência a este respeito, senão quando ela estiver plenamente dentro das vibrações da quarta dimensão e continuar a sua viagem para a quinta. Então gritaremos todos Aleluia! – o nosso trabalho na Terra estará feito e poderemos voltar para casa e para as nossas famílias.

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13. PROMETHEUS: Estamos entre esses seres de luz e somos os antecessores de muitos dos vossos humanos. Somos de um sistema planetário de uma constelação chamada Orion. Não há um aspecto individual na nossa civilização, mas há uma harmonia perfeita no movimento rítmico da nossa busca sempre em direcção à luz, Evoluímos para lá da necessidade de ter corpos físicos, e o nosso avanço em inteligência e conhecimento espiritual permitiu-nos materializar em formações estratificadas finas, que representam a essência da alma cumulativa, e as mentes de biliões de almas.

Compreendemos que é difícil para vós, pensar em seres inteligentes como sendo formações de nuvens estranhas, ainda assim, estamos sob essa aparência na proximidade da Terra, para exercer a força necessária requerida para a máxima assistência. Somos umas das civilizações que trabalham em nome da vossa sobrevivência física, que é um dos aspectos mais importantes daquilo a que chamais “a limpeza.”
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Lembra-te, por favor, de que, apenas alguns poucos, como tu, que estão a mencionar os ajudantes de outros mundos, verão outra coisa para lá das formações frequentes de nuvens com configurações pouco habituais. As nuvens serão a variedade dos vossos estratos-cirrus, com “protuberâncias” onde é necessário um vortex de energia para diminuir a intensidade da poluição dos químicos e de outras toxinas do vosso solo, água e atmosfera.
14. AGNES: Ajudaremos de modo mais individual do que colectivo, isto é, o nosso foco está dirigido às almas como indivíduos, não à população da Terra, na sua totalidade. Outras entidades já presentes, irão ajudar na estabilidade da órbita ou a irradiar energia extra na atmosfera, para nivelar as memórias celulares. Não somos necessários nesse aspecto. Embora, se for necessário, estaremos na dianteira dessas linhas de ajuda, com o nosso amor a ser irradiado para deter as mudanças maciças da Terra, de natureza a destruir os nossos irmãos.

O nosso propósito é reunirmo-nos com essas almas que vieram dos nossos próprios princípios. Todas as almas aqui são preciosas aos olhos de Deus, por isso, não iremos denegrir uma alma e erguer outra, arbitrariamente. É como se uma família na Terra chamasse todos os primos e tias, para que estivessem numa reunião sob o tecto dos avós. É uma selecção natural, não é, e não sentis que é necessário convidar todos que possam passar para lá da estrada? A nossa missão e propósito é assim. Sim, somos de Deus, de todas as maneiras e sempre.

Iremos aproximar-nos, não na nossa forma, porque os parceiros de boas vindas raramente ficam felizes de ver um estranho na cozinha. Em primeiro lugar, já estamos convosco. Em segundo lugar, alguns de vós viram-nos a irradiar, reconhecidos como uma energia que é quente e envolvente. O reconhecimento não é de irmão para irmão, mas como uma experiência de uma sensação de encanto e suavidade. Profundamente, sim, é de irmão para irmão, mas a nível da superfície, onde estais a maior parte do tempo a pensar, há apenas um encantamento pelas sensações que chegam de grande reconhecimento e frequência.

E o que completamos deste modo? Um caminho de reunião A um nível profundo, mão na mão, estamos a caminhar convosco para a luz. É nos cruzamentos que reconheceremos, a nível de alma, um sentido de familiaridade sem explicação, e mais tarde, com memória consciente, que será bem vinda, embora seja surpreendente. Será o “Aha!” da vossa alma.
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15. MENTA: Somos mais poderosos do que muitos outros que também estão a ajudar ao máximo, mas o seu cumprimento de onda é menor que o nosso, por isso voluntariamo-nos para uma missão dupla. Estamos a irradiar a nossa própria energia e também a sustentar a luz daquelas outras fontes uma vez que ela esteja dentro da atmosfera da Terra. Isso é essencial para que os vossos corpos possam absorver os raios a nível celular e ajustar-se às frequências mais altas em que a Terra está a entrar. Isso dá-vos a oportunidade de sobreviver fisicamente durante o processo de ascensão a que alguns chamam de “mudança”e outros chamam de “a limpeza.”
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16. Obrigado, Mãe. Muitos outros apresentadores altamente desenvolvidos falaram do envolvimento das suas civilizações durante toda a jornada da ascensão da Terra e deram conselhos sábios para navegar com êxito através de tempos perigosos – a nossa informação em numerosas mensagens ofereceu o mesmo. [As apresentações completas de onde os excertos foram retirados são das edições revistas de Revelations for a New Era; outras apresentações igualmente fascinantes estão nas Illuminations for a New Era e Voices of the Universe.]

17. Até que as responsabilidades familiares da minha mãe diminuam e ela tiver tempo para ler os emails e preparar as listas de perguntas, as minhas mensagens serão esporádicas e breves. Mas como vos dissemos muitas vezes: Por favor não se apoiem em fontes externas para as vossas respostas – as mensagens da vossa alma são sempre a fonte mais credível!

18. Com o poder infinito e eterno do amor incondicional e da luz Crística, estamos convosco, com cada um e com todos, durante todo o vosso caminho espiritual.


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AMOR e PAZ
Suzanne Ward
www.matthewbooks.com

[NOTA da Suzy: Bob e eu estamos muito gratos pelas preces pela sua recuperação – obrigada! Depois de um mês no hospital, foi transferido para um centro de reabilitação, e em breve virá para casa, para continuar a recuperar.

Tenho estado pouco tempo no computador, desde que ele adoeceu em Maio, e o tráfego do meu correio está enorme. Espero ter tempo de o pôr em dia, mas a realidade é que não serei capaz de ler e responder a muitos emails que recebi durante o ano passado.

A Publicação de Amusing to Profound—My Conversations with Animals demorou alguns meses devido a circunstâncias familiares, mas, finalmente, está aqui. Podeis ler sobre o conteúdo do livro e encomendar em www.matthewbooks.com.

And Then God Said…Then I Said…Then He Said…, mensagens iluminadas que Celestial Bluestar, David de Arcturus e eu recebemos de Deus e de muitas outras fontes, pode ser encomendado em www.awakenedhearts.com/books2.htm.

As instruções para fazer parte da lista de distribuição destas mensagens estão colocadas no cimo da página “Matthew’s Messages” em www.matthewbooks.com.]





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Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos
Email: luisavasconcellos@hotmail.com

terça-feira, 21 de julho de 2009

JULHO 18, 2009


Esse momento... é a recordação dos talentos aclamados internacionalmente e dos desempenhos vibrantes...












- O jorrar de amor por Michael Jackson;

- vacinação compulsiva contra a gripe suína;

- a aparência conseguida de uma base económica estável;

- a evolução espiritual a caminho;

- informação falsa sobre “previsões medonhas”;







1. Com saudações amorosas de todas as almas desta estação, este é Mateus. Durante um momento fugaz da tapeçaria universal da eternidade, os corações em todo o mundo uniram-se, em simpatia e compaixão, pela família de Michael Jackson, no luto pela passagem daquela bela alma, cuja vida exemplificou o amor incondicional. Esse momento é mais de que uma tristeza unida, é a recordação dos talentos aclamados internacionalmente e dos desempenhos vibrantes – a sua morte inspirou o amor a incendiar os povos de toda a Terra, e nisso, a missão mais importante da sua vida foi supremamente bem sucedida. A energia do amor, que ainda está a ser gerada, está a erguer as vibrações em todo o planeta.



2. Para muitos indivíduos, é o momento de perdoar os actos do passado que pensam que ele cometeu há alguns anos. Na época em que ele foi acusado desses actos, respondi às dúvidas dos leitores sobre o resultado do julgamento: Foi uma sentença correcta e justa porque Michael estava inocente, as acusações contra ele eram falsas. Também disse que todas as partes envolvidas concordaram antes de nascer em desempenhar os respectivos papeis, mas a intensidade da ansiedade que Michael sofreu, excedeu enormemente, o que ele tinha concordado em experimentar, para benefício do crescimento da alma dos seus acusadores. Foi triste termos de testemunhar o quão severamente esse julgamento afectou o seu bem estar e, finalmente, foi a causa que ele tivesse de transitar para a vida em espírito, mais cedo do que o seu contrato designava. Para todos que sentem esta perda, por favor, fiquem confortados ao saber que Michael foi saudado no Nirvana por uma multidão de almas que lhe desejam o bem e foi-lhe dado cuidados intensivos personalizados ao seu corpo etérico – pois sendo um aspecto do seu corpo físico, também sofreu os danos da debilidade. (A mensagem referida é a de Junho 21, 2005.)



3. Michael é uma das almas proeminentes que escolheram, recentemente, fazer a transição, mas há milhões, que só são conhecidas das famílias e dos amigos, que também escolheram deixar as suas vidas na Terra, e muitos milhões mais irão fazer isso antes que a Idade Dourada esteja completamente estabelecida. Enquanto algumas terão completado os seus contratos de alma, outras corrigiram os seus contratos para se moverem para fora da pesada negatividade que as rodeiam a fim de, do mundo do espírito, poder ajudar a corrigir os seus efeitos no planeta irradiando a sua luz do além. Por favor, não sintam que essas vidas foram “ceifadas,” pelo contrário, saibam que regressaram alegremente à vida do espírito e sentem gratidão pelo seu serviço cheio de amor à Terra e a todas as suas formas de vida.




4. Do outro lado do espectro do jorrar de amor por Michael Jackson, está o que os criadores do vírus da Gripe Suína estão a aprontar. Mais uma vez esses das trevas estão a gritar “Pandemia!” Falharam ao criar essa situação com o SARS, com a gripe das aves e com o primeiro grupo da gripe suína, e mesmo esta segunda tentativa, para causar o pânico mundial, não se materializou. Essa futilidade completa, juntamente com o seu desespero crescente, motivou-os a pôr de novo a gripe suína no centro do palco, conjuntamente com a vacinação compulsiva, um factor que não estava presente nas suas tentativas anteriores que falharam duplamente.



5. É encorajador ver a rebelião alargar-se contra a inoculação da população devido a uma forma suave de gripe, mas nesta ocasião, não podemos determinar se isso irá desencaminhar o programa da vacinação, porque a energia da resistência é quase igual à energia da ganância e das intenções diabólicas das cúpulas directivas das grandes companhias farmacêuticas. Sim, na verdade são Illuminati, e ainda mantêm uma forte influência na medicina clínica, na pesquisa médica e nas instituições de aprovação de drogas – em resuma, de uma maneira ou de outra, têm criado doenças e manipulado os sistemas médicos e de cuidados de saúde em todo o mundo. Mas, tal como nas situações de gripe anteriores, a tecnologia da nossa família universal tem neutralizado os vírus colocados nas vacinas contra a gripe suína e continuarão a fazê-lo enquanto os criadores dessa gripe persistirem no seu esquema. E, por favor, não se preocupem com os microchips que possam ser implantados através da vacinação – se tentarem isso, a programação será apagada por essa mesma tecnologia.



6. A evidência deste novo esforço de gripe e de outras actividades Illuminati para reduzir drasticamente a população está a ser acumulado e, finalmente, irá eliminar completamente esse longo controlo das trevas através do medo, da ignorância e da escravatura económica. Quando o nível monumental de corrupção e de engano que há no vosso mundo, for exposto, até a comunicação social de destaque não será capaz de silenciar as revelações. Os ícones nacionais e internacionais serão “destronados; os chefes dos governos tirânicos e desonestos irão ser substituídos por chefes benévolos e sábios; a mentalidade da guerra, irá dar lugar à negociação pacífica e a pobreza dará lugar a uma repartição justa dos recursos de todo o mundo.


7. Mas, por favor, sejam pacientes! O que está a acontecer não é uma revolução, é uma evolução espiritual – é esse o caminho da luz! É o caminho dos trabalhadores da luz e dos guerreiros da luz, cuja armadura e arma contra as trevas, é o poder do amor. O amor é a mesma energia que a luz, simplesmente expressa de uma maneira diferente, e é a energia mais poderosa no cosmos. É por isso que, muitas vezes, os mensageiros da luz vos pressionam para enviar luz/amor aos das trevas. Como partes da Unidade de Tudo, eles são os vossos irmãos e irmãs a nível de alma, que estão a experienciar a ausência penosa da essência do amor nas suas vidas. Essa ausência sublinha os motivos e as acções negativas que forneceram as condições necessárias para as multidões completarem as lições kármicas da terceira densidade. O conhecimento desta verdade universal engendra compaixão, gratidão e irradiação de amor, para aqueles que estão carentes disso.





8. Agora digo, aparentemente o transtorno económico global será resolvido dentro do mesmo sistema que o causou. É uma maquinação Illuminati para evitar que saibam que o sistema deles, que apodreceu até ao âmago da sua origem, se esboroou e só mantém a fachada. A conversão para uma nova base económica, e novo modo de operar, é um empreendimento enorme, e não pode ser proclamado publicamente que está a acontecer porque iria causar o pânico no mundo dos negócios. As almas iluminadas que estão a conduzir o caminho sabem que o pânico iria alimentar as trevas, que se estão a agarrar à vida; é essencial que esses líderes novos dêem passos cautelosos a fim de evitar criar uma população cheia de medo.



9. O medo está na raiz das “previsões medonhas” que, mais uma vez, estão a circular e que preocupam muitos, e podemos apenas repetir o que dissemos nas mensagens anteriores. Algumas mensagens canalizadas, alegadamente de fontes de luz, na realidade são das entidades das trevas, que distraíram os receptores para publicar informação falsa que causará medo e confusão, porque entra em conflito com outras mensagens canalizadas. Uma vez que datas específicas numerosas para terramotos e tsunamis com força para matar biliões vieram e foram, e esses acontecimentos não aconteceram, vedes porque não é lógico ou sensato sentir medo sobre algo que nunca ireis experimentar.




10.É verdade que a Terra tem de se libertar de mais negatividade, e o meio natural de o conseguir é através de acontecimentos geofísicos, por isso, eles continuarão até que não haja mais necessidade disso; no entanto, a tecnologia avançada da nossa família universal, junto ao planeta, continuará a reduzir o poder destrutivo dos tremores de terra, elaborados pelo homem ou que ocorram naturalmente, das tempestades e das erupções vulcânicas. Se bem que não possamos dizer que não haja perda de vidas e que não resulte danos devido a esses acontecimentos, dizemos, com uma certeza absoluta, que são falsos os relatórios sobre naves do espaço a fazer uma evacuação maciça de pessoas – não será necessário! Outro exemplo de informação falsa é que os sobreviventes da destruição maciça terão de viver debaixo da Terra, porque a superfície estará inabitável durante muito tempo. Isso é completamente contrário à realidade: a saúde da Terra está a ser restaurada e a sua beleza de origem também, e muito mais rapidamente do que podeis imaginar!


10. Uma vez mais pedimos que usem o vosso discernimento aplicando-o a toda a informação e acreditem na vossa intuição, que é resultante das mensagens da vossa alma, onde todo o conhecimento universal e toda a verdade reside!



11. A minha mensagem de hoje é, abreviada de um modo pouco habitual, devido à necessidade da minha mãe cuidar de outras responsabilidades pois a minha família da Terra lida com os desafios da saúde de Bob.



8. Todas as almas iluminadas dos mundos físicos e do espírito estão a ajudar-vos através de milhares de maneiras, durante este últimos estádios da ascensão firme da Terra para a Idade Dourada. Abraçamos-vos amorosamente enquanto vos acompanhamos ao longo da vossa jornada.

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AMOR e PAZ
Suzanne Ward
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Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos
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quarta-feira, 1 de julho de 2009

JUNHO 24, 2009

Podíamos enumerar muitas outras maneiras divinas, mas simplesmente, viver a Lei de Ouro com amor incondicional, é SER a grande diferença no vosso mundo!
















-As actividades da Administração de Obama;

-A complexa base de poder dos Illuminati, hierarquia;

-A família do espaço;

-Conversa com um comandante de uma flotilha reptiliana





1. Com saudações amorosas de todas as almas desta estação, este é Mateus para falar, do nosso ponto de vantagem, sobre os acontecimentos no vosso mundo. Quando qualquer coisa significativa acontece em qualquer nação, todos os olhos se voltam para os Estados unidos para ver a reacção do governo desse país. Também há um interesse internacional semelhante sobre as iniciativas a nível nacional da Administração dos Estados Unidos, e vamos começar com o interesse comum por essas actividades.


2.Então agora digo, se bem que o controlo Illuminati da comunicação social de destaque (mídia) tenha rachado, não se desintegrou suficientemente para impedir que seja relatada, toda e qualquer informação que eles Não querem que vocês saibam; nem a verdade completa sobre informação que eles gostariam de manter completamente calma, mas não podem. E podeis estar certos que nada é relatado que reflicta a preocupação dos trabalhadores de luz, que estão preocupados porque o Presidente Obama endossou responsabilidades vitais a pessoas conhecidas por estarem filiadas com as bases do poder Illuminati e algumas das sua decisões parecem estar a reforçar, e não a enfraquecer essas bases. Certamente que a alma altamente evoluída que é Obama, não necessita da nossa defesa, e não é isso que estamos a fazer ao explicar com o que é que ele está a lidar. O nosso objectivo ao falar deste assunto, é afirmar que não só é um equilíbrio individual perturbado pela energia da aflição - ou do descontentamento, desapontamento, desilusão, raiva – mas também que essa energia vai para a frente e adiciona-se à negatividade que a Terra tem de transmudar em Luz. Assim, muito melhor do que sentir emoções negativas sobre o que Obama parece estar a fazer, é permanecer focado, com pensamento positivo, no mundo que vocês querem que exista.


3.Então, com o que é que ele está a lidar? Em resumo, com o desmantelamento crescente da rede mundial dos Illuminati. Como base deste “grupo pernicioso em chapéu de chuva”, só os membros das cúpulas sabem a verdadeira extensão da sua infiltração nos governos, na banca, no comércio, nas religiões, na educação, na comunicação social, na ciência e no entretimento – todas as instituições que têm mais impacto na vida do vosso mundo. Abaixo deste punhado de indivíduos de topo, há os que controlam os diversos aspectos da rede global. Cada um tem um conhecimento geral dos outros, mas não têm informação pormenorizada sobre quaisquer operações excepto da que, ele ou ela, está encarregado. Quanto mais um membro desce na hierarquia, maior secretismo envolve as razões para a verdadeira existência dos Illuminati; e no fundo, há os milhares que, simplesmente, seguem instruções sem a mínima compreensão de qual seja o propósito que estão a seguir, algo como mil peças do quebra-cabeças tirados de uma caixa - nenhuma peça sabe da ligação de todas as peças, e muito menos suspeita que todas reunidas formam um quadro. No caso dos Illuminati, o quadro é sinistro.


4.Depois de ser empossado, o Presidente Obama foi informado sobre os assuntos que não podia ter conhecimento antes disso, e para continuar a nossa analogia, cada um dos resumos tinham apenas algumas peças do quebra-cabeças. Além disso, Obama foi confrontado com uma situação económica global medonha que, supostamente, começou com hipotecas ‘tóxicas’ nos Estados Unidos, e necessitou de uma equipa conhecedora e com experiência, que pudesse tomar medidas imediatas para impedir o colapso mundial. A enormidade da rede económica dos Illuminati é conhecida na totalidade apenas pelas cúpulas desse grupo, mas ao juntar as peças do puzzle, Obama tornou-se ciente dessa misturada e das fortunas escondidas em bancos off-shore, mas o quadro total do puzzle, que irá mostrar como o dinheiro foi usado para manipular e dominar os povos do mundo, ainda está a ser construído.


Como a luz continua a intensificar-se e as verdades já não podem ser escondidas ou negadas, vereis o resultado deste processo sábio que, neste momento, parece desmentir muitas das promessas da sua campanha...

5.Por mais difícil que seja imaginar a extensão da complexidade da organização, que é a base do poder e da influência dos Illuminati, é ainda mais difícil tentar eliminá-los totalmente. Estão a caminho meios legais para livrar o mundo do controlo insidioso deles e até que tudo esteja pronto, seria loucura tornar públicos esses esforços. Deste modo, nem os Illuminati nem Obama querem que as suas actividades sejam do conhecimento público, e em vez da “transparência” que ele prometeu em boa fé, terá de ser, por mais algum tempo, “por trás de portas fechadas.” Como a luz continua a intensificar-se e as verdades já não podem ser escondidas ou negadas, vereis o resultado Deste processo sábio que, neste momento, parece desmentir muitas das promessas da sua campanha.


6.Então agora, vou responder a algumas perguntas específicas. Quando é que veremos a mudança que ele prometeu? Está em processamento com aspecto temporário de “negócio habitual” porque Obama está a dar passos cautelosos para desembaraçar os fios da teia global dos Illuminati, para que as mudanças maiores possam ser instituídas.


7. Obama está a conduzir o país para o socialismo, e se sim, foi sempre essa a sua intenção? Adicionar a palavra “socialismo” à sua liderança é uma estratégia para criar ansiedade, aflição e desacordo entre os cidadãos. Quando se aplicam etiquetas a qualquer governo, movimento, grupo ou filosofia, as intenções dos que aplicam essas etiquetas é minar o seu verdadeiro valor, porque elas vão criar conflitos com as ideias ou motivos deles. Testemunhem a eficácia de “teórico da conspiração” aplicado a quem quer que questionasse os relatórios oficiais sobre o assassinato do Presidente Kennedy dos Estados Unidos ou sobrem quem foi o responsável pelo “9/11.”

8.Porque é que o presidente dos Estados Unidos está a expandir o sistema bancário da Reserva Federal, que pertence aos Illuminati? Na devida altura vereis que “ nem tudo o que reluz é ouro” – na verdade será ouro, mas não mais será o ouro deles! Alguns têm a impressão que a Fed está a ser reforçada pela direcção das cúpulas dos Illuminati, mas estão a entrar em pânico porque sabem que os seus sistemas financeiros e as suas vastíssimas fortunas estão a fugir do seu controlo. Como dissemos em mensagens anteriores, a Reserva Federal será eliminada juntamente com as medidas tortuosas e enganadoras, que permitiram aos Illuminati manipular as economias e o comércio em todo o mundo, durante séculos.


9.O que farão os Estados Unidos sobre a ameaça que a Coreia do Norte representa? Também perguntais sobre o Irão, Paquistão, o Afeganistão, Iraque e o Médio Oriente. As situações não são idênticas nessas regiões, mas o resultado será o mesmo. Por mais algum tempo, as lutas continuarão bem como continuará a opressão, o sofrimento, as mortes e as actividades dos ‘black-ops’ ; no entanto, veremos Obama a seguir o caminho das negociações, e conjuntamente com o aumento das vibrações mais altas do caminho da Terra e, finalmente, de toda a actual animosidade, desconfiança e belicosidade, irá surgir uma resolução pacífica.


10. Sobre a pouco conhecida “assistência à migração” aos Palestinianos, há um esforço humanitário para realojar alguns deles nos Estados Unidos. Obama está a fazer uma forte afirmação aos Sionistas que, através dos seus lobbys, não podem mais persuadir o Congresso a votar favoravelmente para dar anualmente a Israel biliões de dólares, a fim de continuar a sua opressão de cerca de 60 anos, com a desculpa de Israel ter “direito a existir”. Os Sionistas, que estão entre os mais poderosos e viciosos dos Illuminati, não se importam nada que o povo de Israel ou os Judeus vivam em qualquer parte, mas gritam “anti-Semitismo” sempre que alguém tenta revelar a sua História, que incluí o envolvimento no Holocausto. Finalmente esse, e outros factos sobre o movimento cruel dos Sionistas, será exposto a público.



11.Com os avistamentos das naves a aumentar, é natural que sejam proeminentes em muitas mentes perguntas sobre as civilizações que rodeiam o planeta. A resposta a Quando é que vão aterrar? É a mesma que vos demos antes: Quando for seguro para eles e para todos vós. Como podemos estar certos que todos os alienígenas que chegam são amistosos? A rede de luz à volta da Terra permite apenas a entrada a seres de luz; mesmo que as entidades das trevas quisessem entrar, não se podem aproximar do brilho desta rede. Os ET’s que já estão na Terra manterão essa aparência depois de se identificarem ou mudarão para os seus corpos de origem? Se não mudassem nada da sua aparência, não é muito provável que acreditassem que eles sejam de uma civilização diferente, simplesmente, por se basearem nessa afirmação; por esta razão, pensamos que irão escolher apresentarem-se tal como são nos astros de origem. Parte do crescimento da alma está em aceitar as diferenças físicas das pessoas tão naturalmente como fazeis com as diferenças entre as flores e os animais. E ficareis muito admirados ao aprender que, noutras vidas, tinham a aparência igual à de alguns desses visitantes, porque eles são os vossos antepassados.


12. Há um conceito errado de que todos os Illuminati são reptilianos, e isso não é correcto. Tal como os humanos podem ser “bons” e “maus”, por assim dizer, também os reptilianos podem, e dentro dos Illuminati há “maus” de ambas as espécies. E também, assim como há civilizações humanas diferentes neste universo, também há muitas civilizações reptilianas diferentes, e as que estão num mundo não conhecem obrigatoriamente as suas contrapartidas nos outros mundo. A diferença principal entre as espécies humanas e reptilianas está relacionada com o DNA – falando apenas de uma maneira geral, a inteligência e força física reptiliana é superior à maior parte dos humanos e o seu espectro emotivo e clareza espiritual são menos desenvolvidos.


13. Mãe, por favor, copia a conversa de Horiss contigo, que está num dos meus livros. Creio que os leitores apreciarão ampliar o seu conhecimento, directamente de um dos seus representantes, sobre uma das civilizações que tem estado a ajudar a Terra.


14. (“Um Comandante Reptiliano Fala: Horiss” em Vozes do Universo)

Outubro 19, 2003

S: Mateus, olá querido! Estou correcta ou estou a imaginar que um comandante reptiliano (da Luz!) irá dar uma mensagem para englobar neste livro? Foi o meu pensamento ao acordar.

MATEUS: Tens razão, Mãe, e estou encantado por te apresentar Horiss, um dos comandantes que encontrei há vários anos, numa conferência no Nirvana. O Concílio deu-lhe permissão para transmitir uma mensagem, para fazer parte do livro. O duplo “s” no seu nome indica o nome mais semelhante em Inglês, que deve ter um som prolongado de “s” suave no fim, mas por favor não associes ao hiss (sibilar) de uma serpente!Na linguagem deste povo, os sons variados dos nomes tem uma qualidade que é agradável de ouvir. Agora, por favor, dá as boas vindas a Horiss.


S: Saudações, Horiss.


HORISS: As minhas calorosas saudações, Madam (minha Senhora). Disseram-me para me dirigir de um modo informal, mas se desejares, por favor, concede-me o favor de poder falar de um modo mais formal, porque estarei mais à vontade a falar desse modo.

S: Quero que esteja completamente à vontade e Madam =Minha Senhora, é excelente.

HORISS: Obrigado. É do conhecimento de alguns de vós que, alguns da minha civilização, são criaturas que provocam medo e que causaram toda a espécie de mal ao vosso mundo durante tempo sem fim. Não sentimos orgulho nessa verdade, e fui indigitado para falar em nome da maioria de nós que se opõem igualmente à influência desses membros das trevas. Nós também pensamos o mesmo das trevas, e estamos a combatê-las para nos livrarmos da sua influência no vosso planeta e em todo o resto desta parte do universo.

É possível que, de todos os que se opõem às trevas, sejamos os mais veementes porque as suas acções reflectem-se em nós como uma única civilização. Esses membros não são a maioria, e não representam os restantes, e não é assim que nos queremos ver retratados. Por favor, deixe-me relatar ao vosso mundo a natureza dos restantes de nós. Obrigado.

Sem querer parecer enfatuado, digo-vos que os nossos níveis de inteligência excedem os de muitas outras civilizações que também são intelectual e tecnologicamente mais avançadas que nós. Somos menos avançados espiritualmente do que outras civilizações que não progrediram até ao nosso estádio de desenvolvimento mental. Estamos a esforçar-nos para trazer mais iluminação à nossa civilização e um dos objectivos a este respeito é associarmo-nos com os outros, nas forças da luz, para subjugar e depois eliminar, a influência dos reptilianos das trevas.

Todas as almas deste universo derivam da mesma Fonte, o Criador, o que nos torna em aspectos inseparáveis do Criador bem como inseparáveis uns dos outros. Deus disse-te que Ele é a amálgama de todas as almas deste universo e que gosta de nós igualmente. Eu digo Deus para ti, minha Senhora, porque é esse o nome que dais ao governante deste universo. Por experiência própria sabemos que esta igualdade de Amor é verdadeira, porque primeiro pedimos a Deus para eliminar deste universo esses loucos dos nossos irmãos. Ele não tem autoridade para fazer isso e, igualmente, não tem esse desejo, porque todos os aspectos subsequentes dessas almas originais são, na verdade, elementos de Deus.

As almas das trevas da minha civilização entraram neste universo vindas de outro, numa mistura de energias dos dois universos que devia ser vantajosa para ambos , por partilharem a luz a fim de avançarem em clareza espiritual. Algumas almas resistiram a essa oportunidade e agora, neste universo, tornaram da responsabilidade de Deus, de lhes trazer luz. Isso torna-nos responsáveis por lutar contra a continuação dessas almas nas trevas.

Minha Senhora, estou a ir demasiado depressa para ti?

S: Não, Horiss. Tudo isto a vermelho são erros de dactilografia e irei corrigi-los mais tarde. Mas gostaria de te fazer uma pergunta. As almas das trevas que entraram neste universo eram reptilianos originais ou a vossa civilização já existia aqui, e elas escolheram entrar?

HORISS: Gosto da tua pergunta, minha Senhora! O que entrou foi a energia da alma com o pensamento das trevas agarrado. Não foi a única civilização reptiliana em que essa energia entrou, mas em primeiro lugar foi nesta. Foram atraídos para ela pela lei universal de isto atrai isto. E a atracção foi a tendência da nossa civilização para ver poder ao mantermos forças de defesa poderosas, com grande poderio militar. As almas das trevas que influenciam os humanos da Terra são os reptilianos, que tornaram claro para as outras almas beligerantes, que nesta conquista, a Terra era o seu território exclusivo.

Vejo que a tua mente está satisfeita e pronta para que eu continue.

A maneira mais eficiente de eliminar os repilianos das trevas é criar mais luz neste universo, a tal ponto que as suas almas sejam infiltradas por ela ou eles partirão daqui, para fugir a essa possibilidade. Não, não sei para onde iriam, porque não sei quais são as condições nos outros universos, ou se podem entrar em algum sem consentimento. É por isso, que estamos a esforçar -nos para trazer luz para eles, aqui e agora. A luz está a faltar a essas almas e elas crêem que as Luz irá destruí-las , se entrar em contacto com elas. É o medo que isso aconteça que faz com que lutem contra a luz onde quer que a vejam. A luz iria preenchê-las com a LUZ que lhes falta, não iria destruí-las, mas elas não acreditam nisso e, assim, continuam a sua batalha contra a Luz.

Gostaria de vos descrever os reptilianos da luz. Porque associais o nome aos vossos repteis animais e tendes pouco afecto por eles, e é fácil para vós fazer uma ideia de nós baseada nessas formas. Não estamos nessa forma a não ser que o desejemos, o que nós não queremos, porque essas formas iriam limitar demasiadamente os nossos movimentos e o nosso funcionamento. Estamos a um nível de inteligência tal, que nos podemos materializar em quaisquer formas que imaginemos.

Disseram-vos que os reptilianos das trevas, no vosso planeta, se assemelhavam exactamente aos outros humanos, por isso, sabeis que todos nós temos essa capacidade. Também pode ser agradável ou desagradável para vós, saber que alguns de nós, com almas de luz, também estamos aí, e que bastantes de vós são um cruzamento genético entre humanos e reptilianos. Isso não é uma vantagem nem uma desvantagem, porque é apenas uma herança do DNA e não afecta, de modo algum, a evolução da vossa alma.

Minha Senhora, os picos da tua energia levam-me a perguntar se queres fazer algum comentário.

S: Não, obrigada, Horiss. Bem, sim. Obviamente que viste o meu monitor cheio de linhas vermelhas. Estás em espírito ou talvez em corpo etérico?


HORISS: Nem uma coisa nem outra, minha Senhora. Posso ver-te distintamente do meu planeta lar. Neste momento estou no meu “escritório,” como termo comparativo do vosso lugar de gerência de negócios. No entanto, gosto da tua pergunta, porque me dá oportunidade de mencionar que esta capacidade de ver a tão grande distância, é permitida pela semelhança da energia que nos liga, que também facilita que ouças as minhas palavras. Terei de acrescentar que se quisesse estar presente no teu escritório, podia estar aí num abrir e fechar de olhos, quer apenas em espírito, ou num corpo que eu materializaria. Não faria isso porque creio que um corpo sólido a aparecer abruptamente em qualquer estilo de configuração, mesmo que te fosse familiar, não seria uma experiência confortável para ti.

S: Penso que está certo, Horiss – não estaria preparada para tal. Continua, por favor.


HORISS: Muito bem. Matthew disse-te que respeitamos a força militar e que não temos muito respeito por uma civilização que divergir disso. Ele disse-te isto há algum tempo atrás, do vosso tempo linear. No “tempo” universal, alguns de nós estão em estádios elevados de alinhamento espiritual e a contingência mais evoluída de “futuro,” está a ajudar-nos “no presente,” para abandonar este resultado. O que os nossos membros “presentes” acreditaram foi que o poder de grandes forças é necessário para impedir invasões de almas das trevas, cujo método de conquista é pelo uso da força militar. O meu povo, na generalidade, não é um povo invasor, mas sim, defensor. Agora estamos a ver que a maior quantidade de luz a ser gerada no universo está a diminuir as áreas do controlo das trevas, e isso permite-nos reduzir os nossos recursos defensivos de acordo.


Inquiriste os representantes de outras civilizações sobre os seus povos e estou desejoso que saibas mais sobre o meu povo. Quando digo “meu povo," não quero dizer que sejamos os únicos representantes de todas as populações reptilianas, tal como os humanos da Terra não são os representantes de todas as populações de humanos do universo. Estou a falar apenas do povo que reside no meu mundo.


Residimos num planeta desta galáxia, que está tão perto do sol do meu sistema solar, como a Terra está do Sol.

Residimos num planeta desta galáxia, que está tão perto do sol do meu sistema solar, como a Terra está do Sol. Usamos a energia desse sol com muito mais eficiência do que vós usais a energia do vosso Sol. Em vez de termos diversas formas de gerar energia, as nossas derivam todas do nosso sol. Também podeis fazer o mesmo com as vossas, e à medida que progredirem em conhecimento sobre este assunto, ireis conseguir isso. Também não há nenhuma fonte de poluição no planeta, nem nos territórios nem nos mares, devido à nossa tecnologia, que previne tal contaminação, em vez de se esforçar por limpá-la.


O nosso planeta lar chama-se Lacone [lah-cone’,com un acento na segunda sílaba e um “nnn” com um som suave]. É tão grande como Úrano, para fazer uma comparação que ainda está para lá da vossa percepção, mas que vos diz que é muito maior do que a Terra, e tem quase a mesma densidade da Terra, em forma e substância. Não temos a variedade da beleza natural como a Terra tem, e que a Terra já não tem como antigamente, devido à destruição em muitas áreas. As nossas cidades são maiores do que as vossas cidades maiores. Isso está de acordo com o temperamento e a escolha da maioria de nós, e a união das ideias e das vontades manifesta-se em grande, daí centros populacionais maiores. As nossas cidades são imaculadas, pois estão a destacar as áreas habitadas em todo o planeta. Podemos viajar para qualquer ponto do planeta quase instantaneamente, pelo pensamento, ou por lazer, em veículos.

A aparência que o meu povo escolheu quando estamos em casa ou a visitar outras civilizações avançadas, é como apareci no Nirvana, quando encontrei Mateus. A aparência masculina e feminina são muito semelhantes e com algumas variantes. Não temos uma mistura de raças, como vós, e que cria a grande variedade das vossas aparências, mas isso não é a razão de sermos tão semelhantes. A nossa escolha colectiva é sermos parecidos uns com os outros. Aprendemos há muito tempo que as diferenças nas aparências podem levar a preconceitos e discriminações e, com a nossa inclinação para sermos um povo defensivo, escolhemos eliminar elementos sobre os quis temos controlo, para que não surgissem.conflitos entre os civis.


Para nos descrever, direi que somos de altura semelhante à vossa, mas somos esguios de maneira uniforme, excepto as nossas mulheres, quando estão grávidas. O tom da pele é de um azul acinzentado, que nos é agradável,embora provavelmente não o acheis. As nossas características mais distintas são os olhos, que são maiores e mais escuros. Sei que Mateus te disse que são tão escuros que não conseguis ver a nossa alma, mas agora sabe que não é assim porque evoluiu muitíssimo desde o primeiro encontro, há uns anos atrás. Para ser mais preciso, ele é uma alma altamente evoluída e através da auto-descoberta eliminou as camadas de não compreensão que ficam com a doutrinação de informação errada e as subsequentes opiniões ou crenças.

Os nossos filhos são concebidos e nascidos da mesma maneira que os vossos, mas a sua inteligência, ao nascer, permite-lhes falar em breve e desenvolvem-se imediatamente óptimas capacidades de locomoção. Por isso, ao atingir a idade de cinco anos do vosso cálculo de tempo, com a maturidade equivalente à dos nossos adultos, não dependem mais da atenção e orientação dos pais. É o amor à família que nos liga e resulta que os filhos permaneçam bastante tempo em casa apesar de ser auto-suficientes.

Minha Senhora, que quer que lhe conte mais?

S: Algo que descreva a vossa vida e o vosso mundo!

HORISS: Meu! Agradeço isso. Muito bem, para descrever ainda mais o planeta, há semelhanças com a Terra, tais como grandes diferenças de elevações, mares largos, muitas florestas e plantas, áreas estéreis de rochas e areia. A Terra é mais vibrante do que o nosso planeta, nos lugares que ainda não estão poluídos, e tem uma grande variedade de cores. No entanto, o nosso planeta satisfaz-nos completamente ou , caso contrário, faríamos as mudanças que mais nos agradassem.


Tendes estruturas mentais, por isso, dir-vos-ei que os vossos edifícios seriam considerados estéreis em comparação com os diversos estilos e formas que construímos. A nossa preferência é para o que chamariíis de ultramoderno, creio, com pouca variedade de estilo mas claro que, considerável variedade de tamanhos de acordo com o seu uso. As nossas residências são decoradas a condizer com a austeridade dos arredores, e a nossa escolha de vestuário baseia-se na simplicidade.

Talvez pelo esboço do meu esqueleto, dê a impressão que somos pessoas austeras e de coração empedernido. Isso é a sensação que estou a sentir que estás a ter, minha Senhora. Embora seja verdade que somos de mente séria e não nos dêmos a “frivolidades,” não somos desprovidos de sentimentos calorosos. Os nossos filhos são tão preciosos para nós como os vossos são para vós, e com as nossas companheiras/os passa-se o mesmo. Somos adeptos da monogamia. As companheiras/os são escolhidos com todo o cuidado e conhecemos-nos muito bem antes de nos juntarmos; assim sendo, as separações acontecem muito raramente, excepto se algum morre. Apreciamos a levitação e muitas formas de diversão em que toda a família participa, por isso sabes que aquelas diversões são desejáveis mesmo para as mentes mais jovens. A música é importante para o meu povo, e nenhuma é aos berros ou de sons discordantes.

Estamos muito bem informados sobre os acontecimentos em muitas civilizações, para lá da nossa. A Terra tem um interesse especial para nós, como tem para muitas outras civilizações de indivíduos ou de almas colectivas, mas não é com um intuito egoísta. O meu povo quer que o desaparecimento da influência das trevas na Terra seja substituído por meios pacíficos de viver entre todos os habitantes da Terra, e não trazer-vos nenhuma fonte de perturbação. O nosso poderio militar, em número e tecnologia, podia subjugar-vos num só dia, para descrever a nossa capacidade. No entanto, é apenas uma força de defesa, e o seu objectivo de defender e não invadir, é o elemento vital da diferença entre os nossos dois mundos. Isto é a maior prova dos nossos sentimentos amistosos, que se estendem às civilizações para lá da nossa.

Vejo “governo” no teu pensamento. A nossa forma de governo em todo o planeta podia ser comparada às cidades estado da Grécia da vossa História. Não comparamos às guerras havidas entre elas, mas ao governo benévolo e equitativo dentro de cada estado, que é a base do corpo que governa o nosso planeta. Temos a vantagem de só ter uma língua e de podermos comunicar por telepatia, o que fornece clareza de expressão e promove a comunicação honesta entre toda a população. Pequenos corpos governam vastos distritos, pois é mais ordeiro e eficiente, num mundo deste tamanho com uma população de 12 biliões.

Minha Senhora, tens alguma pergunta para fazer?

S: Gostarias de descrever as vossas indústrias e outro empregos?

HORISS: Sim, obrigado. Para a nossa força de defesa poderosa, necessitamos de indústrias para fornecer armamento, veículos espaciais e todos os serviços de apoio, por isso, temos aquilo que chamais de fábricas ainda que não as reconhecessem como tal, devido à tecnologia do seu equipamento de produção. Como o meu povo desvaloriza o ponto de vista do poder militar, haverá uma transição deste tipo de produção para outros. Isso está a ser planeado por fases.


A nossa prioridade na educação torna-a o campo mais vasto de emprego. Temos educação computorizada juntamente com ensino acompanhado, para dar oportunidade aos nossos filhos de se especializarem nas áreas de maior interesse e aptidão. Isso está igualmente disponível para os adultos que desejam mudar de um campo de especialidade para outro. Os estudos são sobre a história do nosso planeta lar como também a história de muitas outras civilizações e, certamente, todos os ramos da ciência tal como ela é na sua autêntica forma universal. Aquilo a que chamais "Artes” é de grande importância para nós, e sinto a tua surpresa, minha Senhora, embora já tenha mencionado a excelência da música. A pintura, a escultura, a dança e a poesia têm um grande significado para nós como uma civilização universal. Partes de vós próprios estão carentes destas necessidades de expressão da alma.

A construção de edifícios é feita com materiais sólidos mais do que manifestar por nos focarmos em imagens. Embora o possamos fazer e por vezes o façamos, o meu povo tem grande satisfação em usar as mãos para transformar os materiais nas estruturas e objectos desejados. Esta espécie de produtividade é um bom equilíbrio para a concentração no estudo académico que cada um empreende. Respeitamos a necessidade de equilíbrio nas nossas vidas.

Temos muitos de nós empregados no fabrico e manutenção de sistemas de computadores. Podia gabar-me do avanço dos nossos sistemas mas a gabarolice não faz parte da nossa natureza. Não é necessária porque a condição do nosso mundo fala por si. No entanto, posso dizer-vos que os nossos sistemas estão a um tal nível de desenvolvimento que uma palavra, mesmo um pensamento, inicia e para as operações e o input e o outflow são precisos e completos.

S: Isso é um sistema avançado! Horiss, mencionaste a palavra “morte”, por isso gostava de te perguntar sobre a longevidade habitual do teu povo, e tendes um reino santuário que possa ser semelhante ao nosso Nirvana?


HORISS: Mencionei a palavra “morte” apenas como um termo para facilitar o entendimento. A nossa parte física fica gasta pela deterioração das células ou por ferimentos em combate, mas sabemos que não há morte – a alma viveu desde o Princípio. Mas a longevidade da parte física, quando não terminada pelo combate, é cerca de 200 anos. Esta é a nossa programação “actual” do DNA, e mudará à medida que alcancemos níveis espirituais mais altos, onde os corpos físicos podem viver mais tempo, com capacidade total de funcionamento.

Não pretendo diminuir os nossos corpos quando os refiro como “concha física”. É importante que tenhamos uma saúde robusta para manter a capacidade de combate, e fazemos isso, mas quis fazer uma clara separação entre a menor importância dos nossos corpos quando comparada com o nosso respeito pelas nossas almas.

Ao manter esse respeito, temos um reino santuário que está de acordo com o avanço intelectual da nossa população. Esse reino está a erguer-se na ênfase da compreensão espiritual e da sintonia. Discuti esse assunto com Matthew quando o encontrei no Nirvana, e as suas sugestões para tratar almas com feridas físicas foi implementado com grande sucesso.

Minha Senhora, posso responder a mais alguma coisa?

S: Horiss. Haverá mais alguma coisa que queiras dizer ao povo da Terra?

HORISS: Sim, obrigado. Como um resumo das intenções do meu povo, digo isto: Não falamos muitas vezes das nossas convicções ou da nossa natureza, vivemos para elas. De coração somos calorosos, pacíficos, respeitadores e desejosos de ajudar, e é isso que esperamos mostrar-vos um destes dias, quando estiverem prontos a dar as boas vindas aos “forasteiros”.

S: Penso que é a maneira perfeita de acabar a tua mensagem. Origada por teres vindo hoje e ter dado informações tão importantes sobre o teu povo. Espero dar-te as boas vindas, Horiss!

HORISS: E eu a ti, minha Senhora. Creio que agora posso chamar-te, confortavelmente, Suzy. E por agora, desejo-te um bom dia.
______________________

15. Obrigado, Mãe. Isto tornou esta mensagem pouco habitualmente longa e impede de responder a mais assuntos, mas é muito importante estarem esclarecidos sobre os vossos irmãos e irmãs que vos têm ajudado a criar a Idade de Ouro da Terra, especialmente, porque o dia do encontro não está muito longe, e assim, esclarecer o conceito errado de que todos os reptilianos são criaturas temerosas.

16. Ao concluir esta mensagem, respondemos a Como indivíduos, o que é que podemos fazer, nesta ocasião, a fim de fazer a grande diferença? Mantenham-se firmes na vossa luz; concentrem-se no que querem; perdoem-se a si próprios e aos outros; sejam carinhosos; mantenham a mente e o coração abertos; sigam as mensagens da alma; não julguem ou desejem castigar os que prejudicam os outros. Podíamos enumerar muitas outras maneiras divinas, mas simplesmente, viver a Lei de Ouro com amor incondicional, é SER a grande diferença no vosso mundo!
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AMOR e PAZ

Suzanne Ward


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Tradutora : Maria Luísa de Vasconcellos
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segunda-feira, 22 de junho de 2009

DISCURSO DO PRESIDENTE OBAMA NO CAIRO

CONSIDERAÇÕES DO PRESIDENTE OBAMA PARA UM NOVO COMEÇO













A CASA BRANCA
Gabinete do Secretário da Impresa
(Cairo, Egipto)

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PARA DIFUSÃO IMEDIATA Junho 4, 2009

CONSIDERAÇÕES DO PRESIDENTE
PARA UM UM NOVO COMEÇO

Universidade do Cairo
Cairo, Egipto

PRESIDENTE OBAMA: Muito obrigado, Boa tarde. Sinto-me honrado por estar na cidade intemporal do Cairo, e ser convidado por duas instituições notáveis. Durante mais de mil anos, Al-Azhar permaneceu sendo um farol do conhecimento Islâmico; e por mais de um século. A Universidade do Cairo tem sido a fonte de avanço do Egipto. E juntas, representais a harmonia entre a tradição e o progresso. Estou grato pela vossa hospitalidade, e pela hospitalidade do povo do Egipto. E também estou orgulhoso por trazer comigo a boa vontade do povo Americano, e uma saudação de paz e das comunidades Muçulmanas do meu país: Assalaamu alaykum. (Aplausos)


Estamos numa época de grande tensão entre os Estados Unidos e os Muçulmanos de todo o mundo – tensão enraizadas nas forças históricas que vão muito para além de qualquer debate político actual. A relação entre o Islão e o Ocidente inclui séculos de coexistência e cooperação, mas também de conflitos e guerras religiosas. Recentemente, a tensão foi alimentada pelo colonialismo, que negou direitos e oportunidades a muitos Muçulmanos, e por uma Guerra Fria, na qual a maioria dos países Muçulmanos foram muitas vezes tratados como agentes, sem haver respeito pelas suas aspirações. Além do mais, a enorme mudança trazida pela modernidade e pela globalização, levou muitos Muçulmanos a ver o Ocidente como sendo hostil às tradições do Islão.


Os extremistas violentos exploraram estas tensões junto de uma minoria de Muçulmanos, pequena mas poderosa. Os ataques de 11 de Setembro de 2001 e os esforços continuados desses extremistas, para usar a violência contra os civis, levou algumas pessoas, no meu país, a encarar o Islão como sendo hostil não só com a América e com os países Ocidentais, mas também com os direitos humanos. Tudo isso produziu mais medo e desconfiança.


Enquanto a nossa relação for definida pelas nossas diferenças, iremos fortalecer aqueles que semeiam o ódio e não a paz, aqueles que promovem o conflito e não a cooperação que pode ajudar os nossos povos a alcançar a justiça e a prosperidade. Este ciclo de suspeita e discórdia deve tem de acabar.


Vim ao Cairo procurar um novo começo para os Estados Unidos e os Muçulmanos em todo o mundo, um interesse baseado num interesse mútuo e no respeito mútuo, um interesse baseado na verdade de que a América e o Islão não se excluem e não necessitam estar em competição. Em vez disso, sobrepõem-se e partilham princípios comuns -- princípios de justice e progresso; de tolerância e de dignidade para com todos os seres humanos.


Também reconheço que a mudança não pode acontecer da noite para o dia. Sei que houve muita publicidade sobre este discurso, mas um simples discurso não pode apagar anos de desconfiança, nem posso afirmar, nesta ocasião, que esta tarde, tenha todas as respostas complexas sobre o que nos levou a chegar a este ponto. Mas estou convencido que para ir para a frente, devemos dizer abertamente uns aos outros, tudo aquilo que temos no coração e que, demasiadas vezes, é dito só à porta fechada. Tem de haver um esforço continuado para nos escutarmos uns aos outros; para nos respeitarmos; e para procurar um terreno comum. Como diz o Santo Corão: “Sede conscientes de Deus e falai sempre a verdade.” (Aplausos.) É o que tento fazer hoje – falar a verdade o melhor que sei, com humildade perante a tarefa que está à nossa frente, e firme na minha crença de que os interesses que partilhamos como seres humanos, são muito mais poderosos do que as forças que nos separam.


Agora digo que, parte desta convicção está baseada na minha própria experiência. Sou cristão, mas o meu pai veio de uma família do Kénia que inclui gerações de Muçulmanos. Em criança, passei vários anos na Indonésia e ouvi a chamada do azaan ao raiar da aurora e ao crepúsculo. Na adolescência, trabalhei nas comunidades de Chicago, onde muitos encontram dignidade e paz na sua fé Muçulmana.


Como estudante de História, conheço a dívida das civilizações para com o Islão. Foi o Islão – em lugares como Al-Azhar – que transmitiu a luz do conhecimento durante muitos séculos, pavimentando o caminho da Renascença e do Iluminismo da Europa. Foi a inovação das comunidades Muçulmanas – (aplauso) – foi a inovação das comunidades do Islão que desenvolveu a ordem da Álgebra; o nosso compasso magnético e os instrumentos de navegação; a nossa mestria com canetas e com a impressão; a nossa compreensão de como as doenças se espalham e de como podem ser curadas. A cultura Islâmica deu-nos arcos majestosos e torres esguias que se erguem nas alturas; poesia intemporal e musica que acalentamos; caligrafia elegante e lugares de contemplação pacífica. E através da História, o Islão demonstrou, através de palavras e de acções, as possibilidades da tolerância religiosa e da igualdade racial. (Aplausos.)


Também sei que o Islão faz parte da História da América. A primeira nação a reconhecer o meu país foi Marrocos. Ao assinar o Tratado do Tripoli, em 1796, o nosso segundo Presidente, John Adams, escreveu: “Os Estados Unidos não têm carácter de inimizade contra as leis, religião ou tranquilidade dos Muçulmanos.” E desde a nossa fundação, os Muçulmanos Americanos enriqueceram os Estados Unidos. Lutaram nas nossas guerras, serviram nos nossos governos, permaneceram nos nossos direitos civis, fundaram negócios, ensinaram nas nossas universidades, evidenciaram a sua excelência nos nossos desportos, ganharam prémios Nobel, construíram os nossos edifícios mais altos e acenderam a Tocha Olímpica. E quando o primeiro Muçulmano Americano foi recentemente eleito para o Congresso, jurou defender a nossa Constituição usando o mesmo Santo Corão que os nossos Fundadores -- Thomas Jefferson -- guardada na sua biblioteca pessoal. (Aplausos.)


Por isso, conheci o Islão em três continentes, antes de vir a esta região onde ele foi revelado. Esta experiência orienta a minha convicção de que a parceria entre a América e o Islão deve ser baseada no que é o Islão, e não no que ele não é. E considero parte da minha responsabilidade como Presidente dos Estados Unidos, lutar contra estereótipos do Islão onde quer que eles apareçam. (Aplausos.)


Muito tem sido feito do facto de que um Afro-Americano de nome Barack Hussein Obama possa ter sido eleito Presidente. (Aplausos). Mas a minha história pessoal não é única. O sonho da oportunidade para todas as pessoas não se tornou verdade para todos na América, mas a promessa existe para todos que cheguem às nossas costas --- e isso inclui quase 7 milhões de Muçulmanos hoje no nosso país que, por acaso, usufruem rendimentos e níveis de educação que são mais altos do que a média Americana. (Aplausos)


Contudo, a liberdade na América é indivisível da liberdade de cada um praticar a sua religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e cerca de 1.200 mesquitas dentro das nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi a tribunal proteger o direito das mulheres e das raparigas usarem o hijab e punir aqueles que lhes negarem isso. (Aplausos)


Por isso, que não hajam dúvidas: o Islão é uma parte da América. E acredito que a América contém dentro dela a verdade de que, seja qual for a raça, a religião ou o estatuto na vida, todos partilhamos aspirações comuns – viver em paz e segurança; ter acesso à educação e a um trabalho digno; amar as nossas famílias, as nossas comunidades e o nosso Deus. Partilhamos estas coisas. Isso é a esperança de toda a Humanidade.


Claro que reconhecer a nossa Humanidade comum é apenas o princípio da nossa tarefa. Somente palavras não podem ir de encontro às necessidades do nosso povo. Estas necessidades serão preenchidas apenas se agirmos com ousadia nos anos que se vão seguir; e se compreendermos que os desafios que enfrentamos são partilhados, e que o nosso falhanço em alcançá-los afectará todos.


Porque aprendemos por experiência recente que, quando um sistema financeiro enfraquece num país, a prosperidade é afectada em todo o lado. Quando uma nova gripe afecta um ser humano, todos estão em risco. Quando uma nação se ocupa com armamento nuclear, o risco de um ataque nuclear abrange todas as nações. Quando extremistas violentas operam numa cadeia de montanhas, as pessoas estão em perigo num oceano inteiro. Quando os inocentes na Bósnia e no Darfur são degolados, isso é uma mancha na nossa consciência colectiva. (Aplausos) É isto que significa partilhar o nosso mundo no século XXI. É a responsabilidade que temos uns com os outros, como seres humanos.


E é uma responsabilidade difícil de abraçar. Porque a História Humana foi, muitas vezes, um registo de nações e de tribos – e sim, de religiões – subjugando-se uns aos outros em perseguição dos seus próprios interesses. Contudo, nesta nova era, tais atitudes são de auto derrota. Dada a nossa interdependência, qualquer ordem mundial que eleve uma nação ou grupo de pessoas acima das outras, irá falhar inevitavelmente. Por isso, seja o que for que pensemos do passado, não devemos ser prisioneiros dele. Os nossos problemas devem ser tratados através de parcerias; o nosso progresso tem de ser partilhado. (Aplausos)


Isso não significa que devemos ignorar as fontes de tensão. Na verdade, isso sugere o contrário: Devemos enfrentar essas tensões abertamente. E assim, neste espírito, deixem-me falar tão claramente e tão abrangentemente quanto eu possa, sobre alguns assuntos específicos que creio, devemos finalmente confrontá-los juntos.


A primeira questão que a confrontar é o extremismo violento sob todas as suas formas.


Em Ankara, tornei claro que a América não está – e nunca estará – em guerra com o Islão. (Aplausos) Contudo, confrontaremos extremistas violentos sem descansar que assumem uma atitude de grande ameaça para a nossa segurança – porque rejeitamos a mesma coisa que todos os povos de todas as fés rejeitam: a matança de homens, mulheres e crianças inocentes. E como Presidente, o meu primeiro dever como é proteger o povo Americano.


A situação no Afeganistão demonstra os objectives da América, e a necessidade de trabalharmos juntos. Durante sete anos os Estados Unidos perseguiram a Al Qaeda e os Taliban com um grande apoio internacional. Não fomos por escolha: fomos por necessidade. Estou ciente de que ainda há alguns que questionam e justificam mesmo os acontecimentos de 9/11. Mas vamos ser claros: a Al Qaeda matou cerca de 3.000 pessoas nesse dia. As vítimas foram homens, mulheres e crianças inocentes da América e de muitas outras nações que não fizeram nada que prejudicasse ninguém. E ainda assim a Al Qaeda escolheu assassinar rudemente essas pessoas, reclamou o ataque, e mesmo agora afirma a sua determinação de matar em escala maciça. Têm apaniguados em muitos países e estão a tentar expandir o seu alcance. Isto não são opiniões para debater; isto são factos com que temos de lidar.


Agora, não cometam erros: não queremos manter as nossas tropas no Afeganistão. Não vemos militares – não procuramos ter bases militares aí. É uma agonia para a América perder os seus jovens, homens e mulheres. É custoso e politicamente difícil continuar com este conflito. Traríamos, com alegria. todos os nossos soldados para o nosso país se pudéssemos confiar que não havia extremistas violentos no Afeganistão e agora o Paquistão está determinado a matar tantos Americanos quanto lhes seja possível. Mas isso ainda não aconteceu.


E é por isso que estamos numa parceria com 46 países. E não obstante o custo envolvido, o empenhamento da América ainda não enfraqueceu. Na verdade, nenhum de nós iria tolerar esses extremistas. Eles causaram mortes em muitos países. Mataram pessoas de fé diferentes -- mas acima de tudo, mataram Muçulmanos. As acções deles são compativeis com os direitos dos seres humanos, com o progresso das nações, e com o Islão. O Santo Corão ensina que quem matar um inocente é como – é como se tivesse matado toda a Humanidade. (Aplausos). E o Santo Corão também diz que quem salva uma pessoa, é como se tivesse salvado toda a Humanidade (Aplausos)A fé inabalável de cerca de um bilião de pessoas é muito maior que o ódio mesquinho de alguns poucos. O Islão não faz parte do problema no combate ao extremismo violento – é uma parte importante em promover a paz.


Agora também sabemos que o poder militar, só por si, não vai resolver os problemas do Afeganistão e do Paquistão. Foi por isso que planeamos investir $1.5 biliões de dólares em cada um dos próximos 5 anos, para partilhar com os Paquistaneses para construir escolas e hospitais, estradas e negócios, e centenas de milhões para ajudar os que foram desalojados. É por isso que estamos a providenciar mais de $2.8 biliões de dólares para ajudar os Afegãos a desenvolver a sua economia e disponibilizar serviços de que o povo depende.


Deixem-me abordar o assunto do Iraque. Ao contrário do Afeganistão, o Iraque foi uma guerra feita por escolha que provocou fortes diferendos no meu país e no resto do mundo. Embora creia que o povo do Iraque esteja muito melhor sem a tirania de Saddam Hussein, creio que os acontecimentos no Iraque recordaram à América a necessidade de usar diplomacia e de construir um consenso internacional para resolver os nossos problemas, sempre que possível. (Aplausos) Na verdade, podemos recordar as palavras de Thomas Jefferson, que disse: “Espero que a nossa sabedoria cresça com o nosso poder, e nos ensine que quanto menos usarmos o nosso poder, maior ele será.”


Hoje, a América tem uma dupla responsabilidade: ajudar o Iraque a construir um futuro melhor – e deixar o Iraque para os Iraquianos. E tornei isso claro para o povo Iraquiano – (aplausos) – tornei claro ao povo Iraquiano que não pretendemos bases, nem território nem recursos. A soberania do Iraque é dele mesmo. E foi por isso que ordenei a retirada das nossas tropas de combate no próximo mês de Agosto. É por isso que honraremos o nosso acordo com o governo Iraquiano democraticamente eleito para retirar as tropas de combate das cidades, em Julho, e para retirar todas as nossas tropas do Iraque até 2012. (Aplausos). Ajudaremos o Iraque a treinar as suas forças de segurança e a desenvolver a sua economia. Mas apoiaremos um Iraque seguro e unido como um parceiro, e nunca como um patrono.


E finalmente, como a América nunca pode tolerar a violência dos extremistas, nunca devemos alterar ou esquecer os nossos princípios. O “nine-eleven” foi um grande trauma para o nosso país. O medo e a raiva que provocou foi compreensível, mas em alguns casos, conduziu-nos a agir contrariamente às nossas tradições e aos nossos ideais. Proibi, de uma maneira inequívoca, o uso da tortura nos Estados Unidos, e ordenei o encerramento da prisão da Baía de Guantanamo para o princípio do próximo ano. (Aplauso)


Por isso a América irá defender-se a si própria, respeitando a soberania das nações e do governo da lei. E faremos isso em parceria com as comunidades Muçulmanas que também estão ameaçadas. Quanto mais depressa os extremistas forem isolados, mais depressa estaremos todos em segurança.


A segunda maior fonte de tensão que necessitamos de discutir é a situação entre Israelitas, Palestinianos e o mundo Árabe.


Os fortes laços da América com Israel são bem conhecidos. Estão baseados em laços culturais e históricos, e o reconhecimento de que a aspiração por uma pátria judaica, está baseada numa história trágica, que não pode ser negada.


Em todo o mundo, os Judeus foram perseguidos durante séculos, e o anti-semitismo na Europa culminou com um Holocausto sem precedentes. Amanhã, vou visitar Buchenwald, que faz parte de uma rede de campos onde os Judeus foram escravizados, torturados, mortos a tiro e gaseados até à morte, pelo Terceiro Reich. Foram mortos seis milhões de Judeus – mais do que toda a população actual de Israel. A negação deste facto não tem base, é ignorante e odiosa. Ameaçar Israel com a destruição – ou repetir estereótipos sobre os Judeus – é profundamente errado, e serve apenas para recordar às mentes dos Israelitas as suas memórias mais penosas enquanto impede a paz que os povos dessa região merecem.


Por outro lado, também é inegável que o povo Palestiniano – Muçulmanos e Cristãos --- sofreram em perseguição de um país natal. Durante mais de 60 anos suportaram a dor da deslocação. Muitos aguardam em campos de refugiados, na Margem Ocidental, Gaza, e nas terras vizinhas, por uma vida de paz e segurança, que nunca conseguiram conduzir. Suportam humilhações diárias – grandes e pequenas --- que provêm da ocupação. Então não haja dúvidas: A situação para o povo Palestiniano é intolerável. E a América não irá voltar as costas às legítimas aspirações dos Palestinianos à dignidade, oportunidade, e a um estado para eles mesmos. (Aplausos)


Assim, durante décadas tem havido um empate: dois povos com aspirações legítimas, cada um deles com uma história penosa que torna o compromisso esquivo. É fácil apontar o dedo – para os Palestinianos apontar para a deslocação causada pela fundação de Israel, e para os Israelitas apontarem a hostilidade e os ataques constantes através da sua história, quer dentro das suas fronteiras como para lá delas. Mas se vemos este conflito só de um lado, ou do outro, então seremos cegos para a verdade: A única resolução é que as aspirações de ambos os lados se encontrem através de dois estados onde, quer os Israelitas quer os Palestinianos, vivam em paz e segurança.


Isso é do interesse de Israel, do interesse da Palestina, do interesse da América e do interesse do mundo. E é por isso que pretendo conseguir este resultado, com toda a paciência e dedicação que a tarefa requer. (Aplausos) As obrigações --- as obrigações que os partidos concordaram sob o mapa das estradas são claras. Para que a paz chegue, é tempo de eles -- e de todos nós -- vivermos de acordo com as nossas responsabilidades.


Os Palestinianos têm de abandonar a violência. A resistência através da violência e da matança é errado e não tem êxito. Durante séculos, os pretos na América sofreram as chicotadas do látego e a humilhação da segregação. Mas não foi a violência que ganhou direitos iguais e completos. Foi uma insistência pacífica e determinada sobre os ideais no centro da fundação da América. Esta mesma história pode ser contada pelos povos da África do Sul até ao Sul da Ásia; da Europa Oriental até à Indonésia. É uma história com uma verdade simples: A violência é um beco sem saída. Não é um sinal de coragem nem de poder, disparar foguetões sobre crianças adormecidas, ou explodir anciãs num autocarro. Não é assim que se reclama autoridade moral; é assim que a autoridade moral se rende.


Agora é tempo dos Palestinianos se focarem naquilo que podem construir. A Autoridade Palestiniana tem de desenvolver a sua capacidade para governar, com instituições que sirvam as necessidades do seu povo. O Hamas tem o apoio de alguns Palestinianos mas tem de reconhecer, igualmente, que tem responsabilidades. Para desempenhar o papel de concretizar as aspirações dos Palestinianos e de unir o povo Palestiniano, o Hamas tem de pôr um fim à violência, reconhecer acordos passados e reconhecer o direito de Israel existir.


Ao mesmo tempo, os Israelitas têm de reconhecer que tal como o direito de Israel existir não pode ser negado, também o direito da Palestina existir não pode ser negado. Os Estados Unidos não aceitam a legitimidade dos acordos continuados dos Israelitas. (Aplausos) Essa construção viola acordos anteriores e mina os esforços para atingir a paz. É tempo desses acordos acabarem. (Aplauso)


E Israel também tem de agir de acordo com a sua obrigação de assegurar que os Palestinianos possam viver, trabalhar e desenvolver a sua sociedade. Tal como é devastador para as famílias Palestinianas, a crise humanitária continuada em Gaza não serve a segurança de Israel; nem a continuada falta de oportunidade na Margem Ocidental. O progresso na vida do dia-a-dia do povo Palestiniano tem de ser uma parte crítica da estrada para a paz, e Israel tem de dar os passos necessários para permitir esse progresso.


E, finalmente, os Estados Árabes têm de reconhecer que a Iniciativa da Paz Árabe foi um começo importante, mas não o fim das responsabilidades deles. O conflito Israelo-Árabe não deve ser mais usado para distrair o povo das nações Árabes dos seus problemas. Em vez disso, deve ser uma causa para agir de modo a ajudar o povo Palestiniano a desenvolver as instituições que irão sustentar o seu estado a reconhecer a legitimidade de Israel e a escolher o progresso em vez de um foco de auto-defesa do passado.


A América irá alinhar a sua política com os que perseguem a paz, e vamos dizer em público o que dizemos em privado Aos Israelitas, Palestinianos e Árabes. (Aplauso) Não podemos impor a paz. Mas em privado, muitos Muçulmanos reconhecem que Israel não irá embora. Da mesma maneira, muitos Israelitas reconhecem a necessidade de um Estado Palestiniano. É tempo de agirmos de acordo com aquilo que cada um sabe ser verdade.


Foram derramadas demasiadas lágrimas. Foi derramado demasiado sangue. Todos nós temos a responsabilidade de trabalhar para o dia em que as mães dos Israelitas e dos Palestinianos possam ver os seus filhos crescer sem medo; quando a Terra Santa das três grandes fés for o lugar de paz que Deus pretendeu que fosse; quando Jerusalém for um lar seguro e duradouro para Judeus, Cristãos e Muçulmanos, e um lugar para todos os filhos de Abraão se poderem todos misturar pacificamente como na história de Isra – (aplausos) – como na história de Isra, quando Moisés, Jesus e Maomé, que a paz seja com eles, se juntaram para rezar. (Aplausos)


A Terceira fonte de tensão é o nosso interesse partilhado sobre os direitos e responsabilidades das nações com armas nucleares.


Este assunto tem sido uma fonte de tensão entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irão. Durante muitos anos, o Irão definiu-se, em parte, pela oposição ao meu país e, de facto, há uma história tumultuosa entre nós. No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel no derrubar de um governo Iraniano eleito democraticamente. Desde a Revolução Islâmica, o Irão tem desempenhado um papel em actos de sequestro e violência contra as tropas e contra os civis dos Estados Unidos. Esta história é bem conhecida. Para lá de permanecer apanhado na armadilha do passado, tornei claro aos chefes e ao povo do Irão que o meu país está preparado para seguir em frente. A pergunta agora não é sobre contra quem é o Irão, mas sim, que futuro é que o Irão quer construir.


Reconheço que é difícil ultrapassar décadas de desconfiança, mas procederemos com coragem, rectidão e resolução. Haverá muitos assuntos para discutir entre os nossos dois países, e estamos desejosos de ir em frente sem pré condições e na base do respeito mútuo. Mas é claro para todos os envolvidos que, quando se trata de armas nucleares, alcançamos um ponto decisivo. Isso não é só do interesse da América. É para impedir a corrida ao armamento nuclear no Médio Oriente, que podia conduzir a região e o mundo, para uma via enormemente perigosa.


Compreendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que os outros não têm. Nenhuma nação devia escolher que nação deve ter armamento nuclear. E é por isso que reafirmo o empenho da América em que haja um mundo no qual nenhuma nação tenha armamento nuclear. (Aplausos) E nenhuma nação – incluindo o Irão – devia ter o direito de aceder à energia nuclear pacífica, se isso obedecer às suas responsabilidades sob o Tratado de Não Proliferação nuclear. Esse empenho está na base do Tratado, e deve ser mantido por todos que o apoiam na íntegra. E tenho esperança que todos os países da região partilhem este objectivo.


O quarto assunto que irei expor é a democracia. (Aplausos)


Sei --- sei que tem havido controvérsia sobre a promoção da democracia, nos anos mais recentes, e muito desta controvérsia está relacionada com a Guerra do Iraque. Por isso, deixem-me ser claro: Nenhum sistema de governo pode ou deve ser imposto a uma nação por outra.


Isso, no entanto, não diminui meu compromisso com governos que representem o desejo do povo. Cada nação dá vida a esse princípio de sua própria forma, com base nas tradições de seu povo. Os Estados Unidos não têm a pretensão de querer saber o que é melhor para todo mundo, assim como não ousaríamos criticar o resultado de uma eleição pacífica. Mas tenho uma crença inabalável de que todos os povos anseiam por determinadas coisas: a capacidade de dizer o que pensa e poder opinar sobre a forma como é governado; confiança no Estado de Direito e na administração igualitária da justiça; um governo que seja transparente e não roube o povo; a liberdade de viver como desejar. Essas ideias não são apenas americanas, trata-se de direitos humanos, e é por isso, que as apoiaremos seja onde for.


Não existe um caminho directo para concretizar essa promessa. Mas sobre uma coisa não restam dúvidas: governos que protegem esses direitos acabam por ser mais estáveis, bem-sucedidos e seguros. Reprimir ideias jamais consegue eliminá-las. Os Estados Unidos respeitam o direito de todas as pessoas pacíficas e respeitadoras das leis serem ouvidas em todo o mundo, mesmo que não concordemos com elas. E daremos as boas-vindas a todos os governos eleitos pacificamente – desde que governem respeitando seu povo.


Esse último ponto é importante porque há alguns que defendem a democracia somente quando estão fora do poder; uma vez no poder, são implacáveis na supressão dos direitos dos outros. Não importa onde seja, o governo do povo e pelo povo determina um padrão único para todos aqueles que detêm o poder: é preciso manter o poder por meio de consentimento, não de coerção; é preciso respeitar os direitos das minorias e participar com espírito de tolerância e compromisso; é preciso colocar os interesses do seu povo e dos trabalhos legítimos do processo político acima de seu partido. Sem esses ingredientes, só eleições não fazem uma democracia de verdade.


A quinta questão que devemos abordar, é sobre a liberdade religiosa.


O Islã tem orgulho da sua tradição de tolerância. Vemos isso na história da Andaluzia e de Córdoba durante a Inquisição. Testemunhei isso directamente ainda criança na Indonésia, onde cristãos devotos podiam cultuar livremente em um país de maioria muçulmana. É desse espírito que precisamos hoje. Os povos de todos os países devem ser livres para escolher e viver sua fé, com base na convicção da mente, do coração e da alma. Essa tolerância é fundamental para que a religião cresça, mas ela está sendo refutada de diversas maneiras.


Entre alguns muçulmanos, existe uma tendência perturbadora de se medir a crença de uma pessoa pela rejeição da fé de outra. A riqueza da diversidade religiosa deve ser respeitada – seja para os maronitas no Líbano, seja para os coptas no Egipto. E as divergências devem ser sanadas entre os muçulmanos também, uma vez que as divisões entre sunitas e xiitas resultaram em trágica violência, particularmente no Iraque.


A liberdade de religião é essencial para que os povos possam viver juntos. Devemos sempre examinar as maneiras pelas quais a protegemos. Por exemplo, nos Estados Unidos, as regras para doações filantrópicas tornaram mais difícil para os muçulmanos cumprir com sua obrigação religiosa do zakat. É por isso que estou comprometido a trabalhar com muçulmano-americanos para garantir que eles possam cumprir o zakat.


Do mesmo modo, é importante que países ocidentais evitem impedir que cidadãos muçulmanos pratiquem a religião à sua maneira – por exemplo, ditando que roupas uma muçulmana deve usar. Não podemos disfarçar a hostilidade contra uma religião com o pretexto de liberalismo.


Na verdade, a fé deve nos unir. É por isso que estamos criando projectos de serviço nos Estados Unidos para unir cristãos, muçulmanos e judeus. É por isso que saudamos esforços como o diálogo inter-religioso do rei Abdullah, da Arábia Saudita, e dos líderes da Turquia na Aliança das Civilizações. Em todo o mundo, podemos transformar o diálogo inter religioso em serviço inter-religioso, de modo que as pontes entre os povos resultem em acções – seja combatendo a malária na África, seja fornecendo ajuda depois de um desastre natural.


A sexta questão que quero abordar diz respeito aos direitos da mulher.


Sei que há muito debate sobre essa questão. Rejeito a opinião de alguns no Ocidente de que a mulher que escolhe cobrir seu cabelo seja de alguma forma menos igual, mas realmente acredito que a uma mulher que seja negada a educação é negada a igualdade. E não é coincidência que os países que dão boa educação às mulheres têm probabilidade muito maior de serem prósperos.


Agora, permitam-me ser claro: problemas relacionados com a igualdade das mulheres não são de modo algum somente uma questão para o Islão. Na Turquia, no Paquistão, em Bangladesh e na Indonésia, vimos países de maioria muçulmana eleger uma mulher para liderá-los. Enquanto isso, a luta pela igualdade das mulheres continua em muitos aspectos da vida americana e em vários outros países.
Nossas filhas podem contribuir para a sociedade tanto quanto nossos filhos, e nossa prosperidade comum avançará ao permitirmos que toda a humanidade – homens e mulheres – alcancem seu total potencial. Não acredito que as mulheres devem fazer as mesmas escolhas dos homens para serem iguais e respeito as mulheres que escolhem viver sua vida em papeis tradicionais. Mas isso deve ser escolha delas. É por isso que os Estados Unidos serão parceiros de todos os países de maioria muçulmana para apoiar a expansão da alfabetização de meninas e ajudar mulheres jovens a buscar emprego por meio de micro financiamento que ajuda as pessoas a realizar seus sonhos.


Por fim, quero discutir desenvolvimento económico e oportunidades.


Sei que para muitos a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem levar conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência sem sentido. O comércio pode trazer novas riquezas e oportunidades, mas também enormes rupturas e mudanças nas comunidades. Em todas as nações – inclusive na minha – essa mudança pode causar medo. Medo de que devido à modernidade perderemos controlo sobre nossas escolhas económicas, nossas políticas e, mais importante, nossas identidades – aquelas coisas que mais estimamos sobre nossas comunidades, nossos familiares, nossas tradições e nossa fé.


Mas também sei que o progresso humano não pode ser negado. Não é preciso haver contradição entre desenvolvimento e tradição. Países como o Japão e a Coreia do Sul fizeram suas economias crescer ao mesmo tempo que mantiveram suas culturas distintas. O mesmo é verdade para o progresso fantástico nos países de maioria muçulmana, de Kuala Lumpur a Dubai. Nos tempos antigos e no nosso tempo, as comunidades muçulmanas têm estado na vanguarda da inovação e da educação.


Isso é importante porque nenhuma estratégia de desenvolvimento pode se basear apenas no que vem do solo, nem pode ser mantida enquanto os jovens estiverem sem trabalho. Muitos Estados do Golfo desfrutaram grande riqueza em consequência do petróleo, e alguns estão começando a se concentrar em um desenvolvimento mais amplo. Mas todos nós precisamos reconhecer que a educação e a inovação serão a moeda do século 21, e em muitas comunidades muçulmanas continua a ver pouco investimento nessas áreas. Estou reforçando esses investimentos no meu país. E embora os Estados Unidos tenham se concentrado em petróleo e gás nesta parte do mundo no passado, buscamos agora um envolvimento mais amplo.


Na educação, expandiremos nossos programas de intercâmbio e aumentaremos as bolsas de estudo, como a que levou meu pai para os Estados Unidos, ao mesmo tempo que estimularemos mais americanos a estudar em comunidades muçulmanas. E daremos estágios nos Estados Unidos a estudantes muçulmanos promissores; investiremos em aprendizado online para professores e crianças no mundo todo; e criaremos uma nova rede online, de modo que um adolescente no Kansas possa se comunicar instantaneamente com um adolescente no Cairo.


No desenvolvimento económico, criaremos um novo corpo de voluntários empresariais para fazer parceria com seus pares em países de maioria muçulmana. E organizaremos uma Cúpula de Empreendedores este ano para identificar como podemos aprofundar os laços entre líderes empresariais, fundações e empreendedores sociais nos Estados Unidos e em comunidades muçulmanas de todo o mundo.


Em ciência e tecnologia, lançaremos um novo fundo para financiar o desenvolvimento tecnológico em países de maioria muçulmana e ajudar a transferir ideias para o mercado de modo a gerar empregos. Abriremos centros de excelência científica na África, no Oriente Médio e no Sudeste Asiático e indicaremos novos enviados da área de Ciências para colaborar em programas que desenvolvam novas fontes de energia, criem empregos “verdes”, digitalizem registos, limpem a água e plantem novas culturas. E hoje estou anunciando um novo esforço global com a Organização da Conferência Islâmica para erradicar a poliomielite. E também ampliaremos as parcerias com as comunidades muçulmanas para promover a saúde infantil e materna.


Todas essas coisas precisam ser feitas em parceria. Os americanos estão prontos a se unirem a cidadãos e governos, organizações comunitárias, líderes religiosos e empresários em comunidades muçulmanas ao redor do mundo para ajudar nossos povos a buscar uma vida melhor.


As questões que descrevi, não vão ser fáceis de resolver. Mas temos a responsabilidade de nos unir em prol do mundo que queremos – um mundo em que extremistas não mais ameacem nossos povos e os soldados americanos tenham voltado para casa; um mundo em que palestinianos e israelitas estejam seguros em seus próprios estados, e a energia nuclear seja usada para fins pacíficos; um mundo em que os governos prestem serviços a seus cidadãos e os direitos de todos os filhos de Deus sejam respeitados. Esses são interesses mútuos. Esse é o mundo que nós queremos. Mas só podemos consegui-lo juntos.



Sei que há muitos - muçulmanos e não muçulmanos – que perguntam se podemos criar esse novo começo. Alguns estão ansiosos para por lenha na fogueira da divisão e impedir o caminho do progresso. Alguns sugerem que o esforço não vale a pena – que estamos fadados ao desentendimento e as civilizações estão condenadas a entrar em choque. Muitos outros são simplesmente cépticos de que mudanças reais possam ocorrer. Há muito medo, muita insegurança. Mas se escolhermos ficar presos ao passado nunca avançaremos. E quero dizer em especial aos jovens de qualquer fé, de todos os países – vocês, mais do que ninguém, têm a capacidade de reconstruir este mundo.



Todos nós compartilhamos este mundo apenas por um curto espaço de tempo. A pergunta é se usamos esse tempo para nos concentrar naquilo que nos separa ou se nos empenhamos em um esforço – um esforço sustentável – para encontrar interesses em comum, colocar nosso foco no futuro que buscamos para nossas crianças e respeitar a dignidade de todos os seres humanos.


É mais fácil começar as guerras do que terminá-las. É mais fácil culpar os outros do que olharmos para nós mesmos; ver o que é diferente em alguém do que encontrar coisas em comum. Mas devemos escolher o caminho certo, não apenas o caminho fácil. Há também uma regra que repousa no cerne de todas as religiões – que devemos fazer aos outros aquilo que gostaríamos que fizessem a nós. Essa verdade transcende nações e pessoas – uma crença que não é nova; que não é de negros, brancos ou morenos; que não é de cristãos, muçulmanos ou judeus. É uma crença que pulsava no berço da civilização e que ainda pulsa no coração de biliões de pessoas hoje em dia. É uma fé em outra pessoa e é o que me trouxe aqui hoje.


Temos o poder de construir o mundo que queremos, mas somente se tivermos a coragem de fazer um novo começo, tendo em mente o que foi escrito.


O Sagrado Alcorão nos diz: “Ah, humanidade! Nós criamos homens e mulheres; e os colocamos em nações e tribos para que possam se conhecer uns aos outros.”


O Talmude nos diz: “O Tora inteiro tem por finalidade a promoção da paz.”


A Bíblia nos diz: “Abençoados sejam os pacificadores porque eles serão chamados de filhos de Deus”.


Os povos do mundo podem viver juntos em paz. Sabemos que essa é a visão de Deus. Agora, esse deve ser nosso trabalho aqui na Terra. Muito obrigado. E que a paz de Deus seja convosco.


(fim da transcrição)

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Petition

A Divulgação da presença ET na Terra, a ser feita pelo Governo

Full government disclosure of ET presence on Earth

https://secure.avaaz.org/en/petition/Full_government_disclosure_of_ET_presence_on_Earth_now/?cHQipcb

Porque é importante

A presença de civilizações extraterrestres sobre a Terra e à volta dela tem sido atestada publicamente por centenas de testemunhas em primeira mão, incluindo autoridades militares, astronautas e pilotos da aviação civil.

Tem sido sujeita a um encobrimento durnte mais de 60 anos, de acordo com o testemunho ddo por essas pessoas, tornado public pelo Projecto Divulgação do Dr. Steven Greer e do documentário recente, SIRIUS, como também através do Citizen’s Hearing on Disclosure = Audiências do Cidadão sobre a Divulgação, que teve lugar no National Press Club, em Washington DC, em Abril/Maio de 2013.

Este encobrimento, usando desinformação mediática e embustes, impediu a Humanidade de um contacto aberto com cidadãos galácticos benevolentes e altamente avançados, capazes de fazer viagens interestelares mais rápidas do que a velocidade da luz. Ao fazê-lo, os líderes mundiais privaram este planeta de tecnologias de propulsão e energia avançadas, que podiam ter transformado completamente a civilização humana, erguerndo-a a um nível elevado de bem-estar global, interrelacionamento e saúde ambiente com que muito poucos podem mesmo sonhar.

O nosso planeta pode, apenas, encaminhar-se para uma crise mais profunda sob o controlo do complexo militar-industrial e das corporações de combustíves fósseis, que puxam os fios do governo, para alternativas demoradas que iriam ver o seu poder a esfarelar-se, jutnamente com a cabala de interesses investidos.

O reconhecimento aberto pelos governos da Terra, dos povos extraterrestres avançados, é o passo necessário para começar o próximo capítulo da Humanidade e do nosso planeta. A clareza é vital se a Humanidade está a ligar-se de maneira bem sucedida com os ET’s a aproximarem-se em boa vontade, actualmente não diferenciado na representação da comunicação mediática pelas entidades negativas ou possíveis agências humanas a usar naves de engenharia reversa com objectivos desconhecidos. A falta de transparência cria confusão e o potencial para acções destrutivas.

Vamos tomar uma atitude de compaixão e liberdade AGORA, e chamar as Nações Unidas e todos os governos do mundo para dar um passo em frente, reconhecer a verdade de contacto ET benevolente com a Terra, e começar a envolver-nos abertamente com nossos vizinhos galácticos para curar o nosso mundo.


https://secure.avaaz.org/en/petition/Full_government_disclosure_of_ET_presence_on_Earth_now/?cHQipcb


Mensagem do Criador

O CRIADOR ENVIA UM ANÚNCIO


DEUS MÃE/PAI
Canal: Kathryn E May, PsyD 02 de Agosto de 2013

http://disclosure-2012.com/page/482254554

O Criador Original Fala:

Meus Queridos, não falo muitas vezes directamente convosco, mas é uma época tão extraordinária que estou a aproveitar esta oportunidade para falar-vos mais sobre o vosso mundo, e como é importante que se concentrem completamente, agora, em erguer as vossas vibrações, especialmente aqueles que estiveram tão ocupados a trabalhar, a ganhar dinheiro para pagar as contas e cuidar da família.

Esse tempo terminou. Não haverá mais contas para pagar, mais problemas sobre como ireis alimentar as vossas famílias, educá-las ou sobreviver durante a vossa reforma. A vossa reforma será gloriosa, muito para além dos vossos sonhos mais ousados, não irá custar-vos nada e começa agora, seja qual for a vossa idade cronológica na Terra. Não será uma reforma/retirada da Vida, nem será a morte. Estais agora no limiar de uma viagem magnífica em direcção às estrelas.

Os vossos Irmãos e Irmãs estão precisamente à vossa espera. Olhem para o céu numa noite clara. Enviem-lhes saudações e eles irão fazer cintilar as luzes coloridas das suas naves para mostrar a sua felicidade, para vocês os verem, e em breve estarão aqui convosco, a caminhar entre vós, a abraçar-vos, a cantar hinos de celebrações convosco. Agora há milhares deles ao longo das linhas da rede que traz a energia do Cosmos, para erguer-vos e ensinar-vos o Amor e a Luz Sem Fim.

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RICHARD DOLAN



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