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segunda-feira, 22 de junho de 2009

DISCURSO DO PRESIDENTE OBAMA NO CAIRO

CONSIDERAÇÕES DO PRESIDENTE OBAMA PARA UM NOVO COMEÇO













A CASA BRANCA
Gabinete do Secretário da Impresa
(Cairo, Egipto)

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PARA DIFUSÃO IMEDIATA Junho 4, 2009

CONSIDERAÇÕES DO PRESIDENTE
PARA UM UM NOVO COMEÇO

Universidade do Cairo
Cairo, Egipto

PRESIDENTE OBAMA: Muito obrigado, Boa tarde. Sinto-me honrado por estar na cidade intemporal do Cairo, e ser convidado por duas instituições notáveis. Durante mais de mil anos, Al-Azhar permaneceu sendo um farol do conhecimento Islâmico; e por mais de um século. A Universidade do Cairo tem sido a fonte de avanço do Egipto. E juntas, representais a harmonia entre a tradição e o progresso. Estou grato pela vossa hospitalidade, e pela hospitalidade do povo do Egipto. E também estou orgulhoso por trazer comigo a boa vontade do povo Americano, e uma saudação de paz e das comunidades Muçulmanas do meu país: Assalaamu alaykum. (Aplausos)


Estamos numa época de grande tensão entre os Estados Unidos e os Muçulmanos de todo o mundo – tensão enraizadas nas forças históricas que vão muito para além de qualquer debate político actual. A relação entre o Islão e o Ocidente inclui séculos de coexistência e cooperação, mas também de conflitos e guerras religiosas. Recentemente, a tensão foi alimentada pelo colonialismo, que negou direitos e oportunidades a muitos Muçulmanos, e por uma Guerra Fria, na qual a maioria dos países Muçulmanos foram muitas vezes tratados como agentes, sem haver respeito pelas suas aspirações. Além do mais, a enorme mudança trazida pela modernidade e pela globalização, levou muitos Muçulmanos a ver o Ocidente como sendo hostil às tradições do Islão.


Os extremistas violentos exploraram estas tensões junto de uma minoria de Muçulmanos, pequena mas poderosa. Os ataques de 11 de Setembro de 2001 e os esforços continuados desses extremistas, para usar a violência contra os civis, levou algumas pessoas, no meu país, a encarar o Islão como sendo hostil não só com a América e com os países Ocidentais, mas também com os direitos humanos. Tudo isso produziu mais medo e desconfiança.


Enquanto a nossa relação for definida pelas nossas diferenças, iremos fortalecer aqueles que semeiam o ódio e não a paz, aqueles que promovem o conflito e não a cooperação que pode ajudar os nossos povos a alcançar a justiça e a prosperidade. Este ciclo de suspeita e discórdia deve tem de acabar.


Vim ao Cairo procurar um novo começo para os Estados Unidos e os Muçulmanos em todo o mundo, um interesse baseado num interesse mútuo e no respeito mútuo, um interesse baseado na verdade de que a América e o Islão não se excluem e não necessitam estar em competição. Em vez disso, sobrepõem-se e partilham princípios comuns -- princípios de justice e progresso; de tolerância e de dignidade para com todos os seres humanos.


Também reconheço que a mudança não pode acontecer da noite para o dia. Sei que houve muita publicidade sobre este discurso, mas um simples discurso não pode apagar anos de desconfiança, nem posso afirmar, nesta ocasião, que esta tarde, tenha todas as respostas complexas sobre o que nos levou a chegar a este ponto. Mas estou convencido que para ir para a frente, devemos dizer abertamente uns aos outros, tudo aquilo que temos no coração e que, demasiadas vezes, é dito só à porta fechada. Tem de haver um esforço continuado para nos escutarmos uns aos outros; para nos respeitarmos; e para procurar um terreno comum. Como diz o Santo Corão: “Sede conscientes de Deus e falai sempre a verdade.” (Aplausos.) É o que tento fazer hoje – falar a verdade o melhor que sei, com humildade perante a tarefa que está à nossa frente, e firme na minha crença de que os interesses que partilhamos como seres humanos, são muito mais poderosos do que as forças que nos separam.


Agora digo que, parte desta convicção está baseada na minha própria experiência. Sou cristão, mas o meu pai veio de uma família do Kénia que inclui gerações de Muçulmanos. Em criança, passei vários anos na Indonésia e ouvi a chamada do azaan ao raiar da aurora e ao crepúsculo. Na adolescência, trabalhei nas comunidades de Chicago, onde muitos encontram dignidade e paz na sua fé Muçulmana.


Como estudante de História, conheço a dívida das civilizações para com o Islão. Foi o Islão – em lugares como Al-Azhar – que transmitiu a luz do conhecimento durante muitos séculos, pavimentando o caminho da Renascença e do Iluminismo da Europa. Foi a inovação das comunidades Muçulmanas – (aplauso) – foi a inovação das comunidades do Islão que desenvolveu a ordem da Álgebra; o nosso compasso magnético e os instrumentos de navegação; a nossa mestria com canetas e com a impressão; a nossa compreensão de como as doenças se espalham e de como podem ser curadas. A cultura Islâmica deu-nos arcos majestosos e torres esguias que se erguem nas alturas; poesia intemporal e musica que acalentamos; caligrafia elegante e lugares de contemplação pacífica. E através da História, o Islão demonstrou, através de palavras e de acções, as possibilidades da tolerância religiosa e da igualdade racial. (Aplausos.)


Também sei que o Islão faz parte da História da América. A primeira nação a reconhecer o meu país foi Marrocos. Ao assinar o Tratado do Tripoli, em 1796, o nosso segundo Presidente, John Adams, escreveu: “Os Estados Unidos não têm carácter de inimizade contra as leis, religião ou tranquilidade dos Muçulmanos.” E desde a nossa fundação, os Muçulmanos Americanos enriqueceram os Estados Unidos. Lutaram nas nossas guerras, serviram nos nossos governos, permaneceram nos nossos direitos civis, fundaram negócios, ensinaram nas nossas universidades, evidenciaram a sua excelência nos nossos desportos, ganharam prémios Nobel, construíram os nossos edifícios mais altos e acenderam a Tocha Olímpica. E quando o primeiro Muçulmano Americano foi recentemente eleito para o Congresso, jurou defender a nossa Constituição usando o mesmo Santo Corão que os nossos Fundadores -- Thomas Jefferson -- guardada na sua biblioteca pessoal. (Aplausos.)


Por isso, conheci o Islão em três continentes, antes de vir a esta região onde ele foi revelado. Esta experiência orienta a minha convicção de que a parceria entre a América e o Islão deve ser baseada no que é o Islão, e não no que ele não é. E considero parte da minha responsabilidade como Presidente dos Estados Unidos, lutar contra estereótipos do Islão onde quer que eles apareçam. (Aplausos.)


Muito tem sido feito do facto de que um Afro-Americano de nome Barack Hussein Obama possa ter sido eleito Presidente. (Aplausos). Mas a minha história pessoal não é única. O sonho da oportunidade para todas as pessoas não se tornou verdade para todos na América, mas a promessa existe para todos que cheguem às nossas costas --- e isso inclui quase 7 milhões de Muçulmanos hoje no nosso país que, por acaso, usufruem rendimentos e níveis de educação que são mais altos do que a média Americana. (Aplausos)


Contudo, a liberdade na América é indivisível da liberdade de cada um praticar a sua religião. É por isso que há uma mesquita em cada estado da nossa união, e cerca de 1.200 mesquitas dentro das nossas fronteiras. É por isso que o governo dos Estados Unidos foi a tribunal proteger o direito das mulheres e das raparigas usarem o hijab e punir aqueles que lhes negarem isso. (Aplausos)


Por isso, que não hajam dúvidas: o Islão é uma parte da América. E acredito que a América contém dentro dela a verdade de que, seja qual for a raça, a religião ou o estatuto na vida, todos partilhamos aspirações comuns – viver em paz e segurança; ter acesso à educação e a um trabalho digno; amar as nossas famílias, as nossas comunidades e o nosso Deus. Partilhamos estas coisas. Isso é a esperança de toda a Humanidade.


Claro que reconhecer a nossa Humanidade comum é apenas o princípio da nossa tarefa. Somente palavras não podem ir de encontro às necessidades do nosso povo. Estas necessidades serão preenchidas apenas se agirmos com ousadia nos anos que se vão seguir; e se compreendermos que os desafios que enfrentamos são partilhados, e que o nosso falhanço em alcançá-los afectará todos.


Porque aprendemos por experiência recente que, quando um sistema financeiro enfraquece num país, a prosperidade é afectada em todo o lado. Quando uma nova gripe afecta um ser humano, todos estão em risco. Quando uma nação se ocupa com armamento nuclear, o risco de um ataque nuclear abrange todas as nações. Quando extremistas violentas operam numa cadeia de montanhas, as pessoas estão em perigo num oceano inteiro. Quando os inocentes na Bósnia e no Darfur são degolados, isso é uma mancha na nossa consciência colectiva. (Aplausos) É isto que significa partilhar o nosso mundo no século XXI. É a responsabilidade que temos uns com os outros, como seres humanos.


E é uma responsabilidade difícil de abraçar. Porque a História Humana foi, muitas vezes, um registo de nações e de tribos – e sim, de religiões – subjugando-se uns aos outros em perseguição dos seus próprios interesses. Contudo, nesta nova era, tais atitudes são de auto derrota. Dada a nossa interdependência, qualquer ordem mundial que eleve uma nação ou grupo de pessoas acima das outras, irá falhar inevitavelmente. Por isso, seja o que for que pensemos do passado, não devemos ser prisioneiros dele. Os nossos problemas devem ser tratados através de parcerias; o nosso progresso tem de ser partilhado. (Aplausos)


Isso não significa que devemos ignorar as fontes de tensão. Na verdade, isso sugere o contrário: Devemos enfrentar essas tensões abertamente. E assim, neste espírito, deixem-me falar tão claramente e tão abrangentemente quanto eu possa, sobre alguns assuntos específicos que creio, devemos finalmente confrontá-los juntos.


A primeira questão que a confrontar é o extremismo violento sob todas as suas formas.


Em Ankara, tornei claro que a América não está – e nunca estará – em guerra com o Islão. (Aplausos) Contudo, confrontaremos extremistas violentos sem descansar que assumem uma atitude de grande ameaça para a nossa segurança – porque rejeitamos a mesma coisa que todos os povos de todas as fés rejeitam: a matança de homens, mulheres e crianças inocentes. E como Presidente, o meu primeiro dever como é proteger o povo Americano.


A situação no Afeganistão demonstra os objectives da América, e a necessidade de trabalharmos juntos. Durante sete anos os Estados Unidos perseguiram a Al Qaeda e os Taliban com um grande apoio internacional. Não fomos por escolha: fomos por necessidade. Estou ciente de que ainda há alguns que questionam e justificam mesmo os acontecimentos de 9/11. Mas vamos ser claros: a Al Qaeda matou cerca de 3.000 pessoas nesse dia. As vítimas foram homens, mulheres e crianças inocentes da América e de muitas outras nações que não fizeram nada que prejudicasse ninguém. E ainda assim a Al Qaeda escolheu assassinar rudemente essas pessoas, reclamou o ataque, e mesmo agora afirma a sua determinação de matar em escala maciça. Têm apaniguados em muitos países e estão a tentar expandir o seu alcance. Isto não são opiniões para debater; isto são factos com que temos de lidar.


Agora, não cometam erros: não queremos manter as nossas tropas no Afeganistão. Não vemos militares – não procuramos ter bases militares aí. É uma agonia para a América perder os seus jovens, homens e mulheres. É custoso e politicamente difícil continuar com este conflito. Traríamos, com alegria. todos os nossos soldados para o nosso país se pudéssemos confiar que não havia extremistas violentos no Afeganistão e agora o Paquistão está determinado a matar tantos Americanos quanto lhes seja possível. Mas isso ainda não aconteceu.


E é por isso que estamos numa parceria com 46 países. E não obstante o custo envolvido, o empenhamento da América ainda não enfraqueceu. Na verdade, nenhum de nós iria tolerar esses extremistas. Eles causaram mortes em muitos países. Mataram pessoas de fé diferentes -- mas acima de tudo, mataram Muçulmanos. As acções deles são compativeis com os direitos dos seres humanos, com o progresso das nações, e com o Islão. O Santo Corão ensina que quem matar um inocente é como – é como se tivesse matado toda a Humanidade. (Aplausos). E o Santo Corão também diz que quem salva uma pessoa, é como se tivesse salvado toda a Humanidade (Aplausos)A fé inabalável de cerca de um bilião de pessoas é muito maior que o ódio mesquinho de alguns poucos. O Islão não faz parte do problema no combate ao extremismo violento – é uma parte importante em promover a paz.


Agora também sabemos que o poder militar, só por si, não vai resolver os problemas do Afeganistão e do Paquistão. Foi por isso que planeamos investir $1.5 biliões de dólares em cada um dos próximos 5 anos, para partilhar com os Paquistaneses para construir escolas e hospitais, estradas e negócios, e centenas de milhões para ajudar os que foram desalojados. É por isso que estamos a providenciar mais de $2.8 biliões de dólares para ajudar os Afegãos a desenvolver a sua economia e disponibilizar serviços de que o povo depende.


Deixem-me abordar o assunto do Iraque. Ao contrário do Afeganistão, o Iraque foi uma guerra feita por escolha que provocou fortes diferendos no meu país e no resto do mundo. Embora creia que o povo do Iraque esteja muito melhor sem a tirania de Saddam Hussein, creio que os acontecimentos no Iraque recordaram à América a necessidade de usar diplomacia e de construir um consenso internacional para resolver os nossos problemas, sempre que possível. (Aplausos) Na verdade, podemos recordar as palavras de Thomas Jefferson, que disse: “Espero que a nossa sabedoria cresça com o nosso poder, e nos ensine que quanto menos usarmos o nosso poder, maior ele será.”


Hoje, a América tem uma dupla responsabilidade: ajudar o Iraque a construir um futuro melhor – e deixar o Iraque para os Iraquianos. E tornei isso claro para o povo Iraquiano – (aplausos) – tornei claro ao povo Iraquiano que não pretendemos bases, nem território nem recursos. A soberania do Iraque é dele mesmo. E foi por isso que ordenei a retirada das nossas tropas de combate no próximo mês de Agosto. É por isso que honraremos o nosso acordo com o governo Iraquiano democraticamente eleito para retirar as tropas de combate das cidades, em Julho, e para retirar todas as nossas tropas do Iraque até 2012. (Aplausos). Ajudaremos o Iraque a treinar as suas forças de segurança e a desenvolver a sua economia. Mas apoiaremos um Iraque seguro e unido como um parceiro, e nunca como um patrono.


E finalmente, como a América nunca pode tolerar a violência dos extremistas, nunca devemos alterar ou esquecer os nossos princípios. O “nine-eleven” foi um grande trauma para o nosso país. O medo e a raiva que provocou foi compreensível, mas em alguns casos, conduziu-nos a agir contrariamente às nossas tradições e aos nossos ideais. Proibi, de uma maneira inequívoca, o uso da tortura nos Estados Unidos, e ordenei o encerramento da prisão da Baía de Guantanamo para o princípio do próximo ano. (Aplauso)


Por isso a América irá defender-se a si própria, respeitando a soberania das nações e do governo da lei. E faremos isso em parceria com as comunidades Muçulmanas que também estão ameaçadas. Quanto mais depressa os extremistas forem isolados, mais depressa estaremos todos em segurança.


A segunda maior fonte de tensão que necessitamos de discutir é a situação entre Israelitas, Palestinianos e o mundo Árabe.


Os fortes laços da América com Israel são bem conhecidos. Estão baseados em laços culturais e históricos, e o reconhecimento de que a aspiração por uma pátria judaica, está baseada numa história trágica, que não pode ser negada.


Em todo o mundo, os Judeus foram perseguidos durante séculos, e o anti-semitismo na Europa culminou com um Holocausto sem precedentes. Amanhã, vou visitar Buchenwald, que faz parte de uma rede de campos onde os Judeus foram escravizados, torturados, mortos a tiro e gaseados até à morte, pelo Terceiro Reich. Foram mortos seis milhões de Judeus – mais do que toda a população actual de Israel. A negação deste facto não tem base, é ignorante e odiosa. Ameaçar Israel com a destruição – ou repetir estereótipos sobre os Judeus – é profundamente errado, e serve apenas para recordar às mentes dos Israelitas as suas memórias mais penosas enquanto impede a paz que os povos dessa região merecem.


Por outro lado, também é inegável que o povo Palestiniano – Muçulmanos e Cristãos --- sofreram em perseguição de um país natal. Durante mais de 60 anos suportaram a dor da deslocação. Muitos aguardam em campos de refugiados, na Margem Ocidental, Gaza, e nas terras vizinhas, por uma vida de paz e segurança, que nunca conseguiram conduzir. Suportam humilhações diárias – grandes e pequenas --- que provêm da ocupação. Então não haja dúvidas: A situação para o povo Palestiniano é intolerável. E a América não irá voltar as costas às legítimas aspirações dos Palestinianos à dignidade, oportunidade, e a um estado para eles mesmos. (Aplausos)


Assim, durante décadas tem havido um empate: dois povos com aspirações legítimas, cada um deles com uma história penosa que torna o compromisso esquivo. É fácil apontar o dedo – para os Palestinianos apontar para a deslocação causada pela fundação de Israel, e para os Israelitas apontarem a hostilidade e os ataques constantes através da sua história, quer dentro das suas fronteiras como para lá delas. Mas se vemos este conflito só de um lado, ou do outro, então seremos cegos para a verdade: A única resolução é que as aspirações de ambos os lados se encontrem através de dois estados onde, quer os Israelitas quer os Palestinianos, vivam em paz e segurança.


Isso é do interesse de Israel, do interesse da Palestina, do interesse da América e do interesse do mundo. E é por isso que pretendo conseguir este resultado, com toda a paciência e dedicação que a tarefa requer. (Aplausos) As obrigações --- as obrigações que os partidos concordaram sob o mapa das estradas são claras. Para que a paz chegue, é tempo de eles -- e de todos nós -- vivermos de acordo com as nossas responsabilidades.


Os Palestinianos têm de abandonar a violência. A resistência através da violência e da matança é errado e não tem êxito. Durante séculos, os pretos na América sofreram as chicotadas do látego e a humilhação da segregação. Mas não foi a violência que ganhou direitos iguais e completos. Foi uma insistência pacífica e determinada sobre os ideais no centro da fundação da América. Esta mesma história pode ser contada pelos povos da África do Sul até ao Sul da Ásia; da Europa Oriental até à Indonésia. É uma história com uma verdade simples: A violência é um beco sem saída. Não é um sinal de coragem nem de poder, disparar foguetões sobre crianças adormecidas, ou explodir anciãs num autocarro. Não é assim que se reclama autoridade moral; é assim que a autoridade moral se rende.


Agora é tempo dos Palestinianos se focarem naquilo que podem construir. A Autoridade Palestiniana tem de desenvolver a sua capacidade para governar, com instituições que sirvam as necessidades do seu povo. O Hamas tem o apoio de alguns Palestinianos mas tem de reconhecer, igualmente, que tem responsabilidades. Para desempenhar o papel de concretizar as aspirações dos Palestinianos e de unir o povo Palestiniano, o Hamas tem de pôr um fim à violência, reconhecer acordos passados e reconhecer o direito de Israel existir.


Ao mesmo tempo, os Israelitas têm de reconhecer que tal como o direito de Israel existir não pode ser negado, também o direito da Palestina existir não pode ser negado. Os Estados Unidos não aceitam a legitimidade dos acordos continuados dos Israelitas. (Aplausos) Essa construção viola acordos anteriores e mina os esforços para atingir a paz. É tempo desses acordos acabarem. (Aplauso)


E Israel também tem de agir de acordo com a sua obrigação de assegurar que os Palestinianos possam viver, trabalhar e desenvolver a sua sociedade. Tal como é devastador para as famílias Palestinianas, a crise humanitária continuada em Gaza não serve a segurança de Israel; nem a continuada falta de oportunidade na Margem Ocidental. O progresso na vida do dia-a-dia do povo Palestiniano tem de ser uma parte crítica da estrada para a paz, e Israel tem de dar os passos necessários para permitir esse progresso.


E, finalmente, os Estados Árabes têm de reconhecer que a Iniciativa da Paz Árabe foi um começo importante, mas não o fim das responsabilidades deles. O conflito Israelo-Árabe não deve ser mais usado para distrair o povo das nações Árabes dos seus problemas. Em vez disso, deve ser uma causa para agir de modo a ajudar o povo Palestiniano a desenvolver as instituições que irão sustentar o seu estado a reconhecer a legitimidade de Israel e a escolher o progresso em vez de um foco de auto-defesa do passado.


A América irá alinhar a sua política com os que perseguem a paz, e vamos dizer em público o que dizemos em privado Aos Israelitas, Palestinianos e Árabes. (Aplauso) Não podemos impor a paz. Mas em privado, muitos Muçulmanos reconhecem que Israel não irá embora. Da mesma maneira, muitos Israelitas reconhecem a necessidade de um Estado Palestiniano. É tempo de agirmos de acordo com aquilo que cada um sabe ser verdade.


Foram derramadas demasiadas lágrimas. Foi derramado demasiado sangue. Todos nós temos a responsabilidade de trabalhar para o dia em que as mães dos Israelitas e dos Palestinianos possam ver os seus filhos crescer sem medo; quando a Terra Santa das três grandes fés for o lugar de paz que Deus pretendeu que fosse; quando Jerusalém for um lar seguro e duradouro para Judeus, Cristãos e Muçulmanos, e um lugar para todos os filhos de Abraão se poderem todos misturar pacificamente como na história de Isra – (aplausos) – como na história de Isra, quando Moisés, Jesus e Maomé, que a paz seja com eles, se juntaram para rezar. (Aplausos)


A Terceira fonte de tensão é o nosso interesse partilhado sobre os direitos e responsabilidades das nações com armas nucleares.


Este assunto tem sido uma fonte de tensão entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irão. Durante muitos anos, o Irão definiu-se, em parte, pela oposição ao meu país e, de facto, há uma história tumultuosa entre nós. No meio da Guerra Fria, os Estados Unidos desempenharam um papel no derrubar de um governo Iraniano eleito democraticamente. Desde a Revolução Islâmica, o Irão tem desempenhado um papel em actos de sequestro e violência contra as tropas e contra os civis dos Estados Unidos. Esta história é bem conhecida. Para lá de permanecer apanhado na armadilha do passado, tornei claro aos chefes e ao povo do Irão que o meu país está preparado para seguir em frente. A pergunta agora não é sobre contra quem é o Irão, mas sim, que futuro é que o Irão quer construir.


Reconheço que é difícil ultrapassar décadas de desconfiança, mas procederemos com coragem, rectidão e resolução. Haverá muitos assuntos para discutir entre os nossos dois países, e estamos desejosos de ir em frente sem pré condições e na base do respeito mútuo. Mas é claro para todos os envolvidos que, quando se trata de armas nucleares, alcançamos um ponto decisivo. Isso não é só do interesse da América. É para impedir a corrida ao armamento nuclear no Médio Oriente, que podia conduzir a região e o mundo, para uma via enormemente perigosa.


Compreendo aqueles que protestam que alguns países têm armas que os outros não têm. Nenhuma nação devia escolher que nação deve ter armamento nuclear. E é por isso que reafirmo o empenho da América em que haja um mundo no qual nenhuma nação tenha armamento nuclear. (Aplausos) E nenhuma nação – incluindo o Irão – devia ter o direito de aceder à energia nuclear pacífica, se isso obedecer às suas responsabilidades sob o Tratado de Não Proliferação nuclear. Esse empenho está na base do Tratado, e deve ser mantido por todos que o apoiam na íntegra. E tenho esperança que todos os países da região partilhem este objectivo.


O quarto assunto que irei expor é a democracia. (Aplausos)


Sei --- sei que tem havido controvérsia sobre a promoção da democracia, nos anos mais recentes, e muito desta controvérsia está relacionada com a Guerra do Iraque. Por isso, deixem-me ser claro: Nenhum sistema de governo pode ou deve ser imposto a uma nação por outra.


Isso, no entanto, não diminui meu compromisso com governos que representem o desejo do povo. Cada nação dá vida a esse princípio de sua própria forma, com base nas tradições de seu povo. Os Estados Unidos não têm a pretensão de querer saber o que é melhor para todo mundo, assim como não ousaríamos criticar o resultado de uma eleição pacífica. Mas tenho uma crença inabalável de que todos os povos anseiam por determinadas coisas: a capacidade de dizer o que pensa e poder opinar sobre a forma como é governado; confiança no Estado de Direito e na administração igualitária da justiça; um governo que seja transparente e não roube o povo; a liberdade de viver como desejar. Essas ideias não são apenas americanas, trata-se de direitos humanos, e é por isso, que as apoiaremos seja onde for.


Não existe um caminho directo para concretizar essa promessa. Mas sobre uma coisa não restam dúvidas: governos que protegem esses direitos acabam por ser mais estáveis, bem-sucedidos e seguros. Reprimir ideias jamais consegue eliminá-las. Os Estados Unidos respeitam o direito de todas as pessoas pacíficas e respeitadoras das leis serem ouvidas em todo o mundo, mesmo que não concordemos com elas. E daremos as boas-vindas a todos os governos eleitos pacificamente – desde que governem respeitando seu povo.


Esse último ponto é importante porque há alguns que defendem a democracia somente quando estão fora do poder; uma vez no poder, são implacáveis na supressão dos direitos dos outros. Não importa onde seja, o governo do povo e pelo povo determina um padrão único para todos aqueles que detêm o poder: é preciso manter o poder por meio de consentimento, não de coerção; é preciso respeitar os direitos das minorias e participar com espírito de tolerância e compromisso; é preciso colocar os interesses do seu povo e dos trabalhos legítimos do processo político acima de seu partido. Sem esses ingredientes, só eleições não fazem uma democracia de verdade.


A quinta questão que devemos abordar, é sobre a liberdade religiosa.


O Islã tem orgulho da sua tradição de tolerância. Vemos isso na história da Andaluzia e de Córdoba durante a Inquisição. Testemunhei isso directamente ainda criança na Indonésia, onde cristãos devotos podiam cultuar livremente em um país de maioria muçulmana. É desse espírito que precisamos hoje. Os povos de todos os países devem ser livres para escolher e viver sua fé, com base na convicção da mente, do coração e da alma. Essa tolerância é fundamental para que a religião cresça, mas ela está sendo refutada de diversas maneiras.


Entre alguns muçulmanos, existe uma tendência perturbadora de se medir a crença de uma pessoa pela rejeição da fé de outra. A riqueza da diversidade religiosa deve ser respeitada – seja para os maronitas no Líbano, seja para os coptas no Egipto. E as divergências devem ser sanadas entre os muçulmanos também, uma vez que as divisões entre sunitas e xiitas resultaram em trágica violência, particularmente no Iraque.


A liberdade de religião é essencial para que os povos possam viver juntos. Devemos sempre examinar as maneiras pelas quais a protegemos. Por exemplo, nos Estados Unidos, as regras para doações filantrópicas tornaram mais difícil para os muçulmanos cumprir com sua obrigação religiosa do zakat. É por isso que estou comprometido a trabalhar com muçulmano-americanos para garantir que eles possam cumprir o zakat.


Do mesmo modo, é importante que países ocidentais evitem impedir que cidadãos muçulmanos pratiquem a religião à sua maneira – por exemplo, ditando que roupas uma muçulmana deve usar. Não podemos disfarçar a hostilidade contra uma religião com o pretexto de liberalismo.


Na verdade, a fé deve nos unir. É por isso que estamos criando projectos de serviço nos Estados Unidos para unir cristãos, muçulmanos e judeus. É por isso que saudamos esforços como o diálogo inter-religioso do rei Abdullah, da Arábia Saudita, e dos líderes da Turquia na Aliança das Civilizações. Em todo o mundo, podemos transformar o diálogo inter religioso em serviço inter-religioso, de modo que as pontes entre os povos resultem em acções – seja combatendo a malária na África, seja fornecendo ajuda depois de um desastre natural.


A sexta questão que quero abordar diz respeito aos direitos da mulher.


Sei que há muito debate sobre essa questão. Rejeito a opinião de alguns no Ocidente de que a mulher que escolhe cobrir seu cabelo seja de alguma forma menos igual, mas realmente acredito que a uma mulher que seja negada a educação é negada a igualdade. E não é coincidência que os países que dão boa educação às mulheres têm probabilidade muito maior de serem prósperos.


Agora, permitam-me ser claro: problemas relacionados com a igualdade das mulheres não são de modo algum somente uma questão para o Islão. Na Turquia, no Paquistão, em Bangladesh e na Indonésia, vimos países de maioria muçulmana eleger uma mulher para liderá-los. Enquanto isso, a luta pela igualdade das mulheres continua em muitos aspectos da vida americana e em vários outros países.
Nossas filhas podem contribuir para a sociedade tanto quanto nossos filhos, e nossa prosperidade comum avançará ao permitirmos que toda a humanidade – homens e mulheres – alcancem seu total potencial. Não acredito que as mulheres devem fazer as mesmas escolhas dos homens para serem iguais e respeito as mulheres que escolhem viver sua vida em papeis tradicionais. Mas isso deve ser escolha delas. É por isso que os Estados Unidos serão parceiros de todos os países de maioria muçulmana para apoiar a expansão da alfabetização de meninas e ajudar mulheres jovens a buscar emprego por meio de micro financiamento que ajuda as pessoas a realizar seus sonhos.


Por fim, quero discutir desenvolvimento económico e oportunidades.


Sei que para muitos a face da globalização é contraditória. A Internet e a televisão podem levar conhecimento e informação, mas também sexualidade ofensiva e violência sem sentido. O comércio pode trazer novas riquezas e oportunidades, mas também enormes rupturas e mudanças nas comunidades. Em todas as nações – inclusive na minha – essa mudança pode causar medo. Medo de que devido à modernidade perderemos controlo sobre nossas escolhas económicas, nossas políticas e, mais importante, nossas identidades – aquelas coisas que mais estimamos sobre nossas comunidades, nossos familiares, nossas tradições e nossa fé.


Mas também sei que o progresso humano não pode ser negado. Não é preciso haver contradição entre desenvolvimento e tradição. Países como o Japão e a Coreia do Sul fizeram suas economias crescer ao mesmo tempo que mantiveram suas culturas distintas. O mesmo é verdade para o progresso fantástico nos países de maioria muçulmana, de Kuala Lumpur a Dubai. Nos tempos antigos e no nosso tempo, as comunidades muçulmanas têm estado na vanguarda da inovação e da educação.


Isso é importante porque nenhuma estratégia de desenvolvimento pode se basear apenas no que vem do solo, nem pode ser mantida enquanto os jovens estiverem sem trabalho. Muitos Estados do Golfo desfrutaram grande riqueza em consequência do petróleo, e alguns estão começando a se concentrar em um desenvolvimento mais amplo. Mas todos nós precisamos reconhecer que a educação e a inovação serão a moeda do século 21, e em muitas comunidades muçulmanas continua a ver pouco investimento nessas áreas. Estou reforçando esses investimentos no meu país. E embora os Estados Unidos tenham se concentrado em petróleo e gás nesta parte do mundo no passado, buscamos agora um envolvimento mais amplo.


Na educação, expandiremos nossos programas de intercâmbio e aumentaremos as bolsas de estudo, como a que levou meu pai para os Estados Unidos, ao mesmo tempo que estimularemos mais americanos a estudar em comunidades muçulmanas. E daremos estágios nos Estados Unidos a estudantes muçulmanos promissores; investiremos em aprendizado online para professores e crianças no mundo todo; e criaremos uma nova rede online, de modo que um adolescente no Kansas possa se comunicar instantaneamente com um adolescente no Cairo.


No desenvolvimento económico, criaremos um novo corpo de voluntários empresariais para fazer parceria com seus pares em países de maioria muçulmana. E organizaremos uma Cúpula de Empreendedores este ano para identificar como podemos aprofundar os laços entre líderes empresariais, fundações e empreendedores sociais nos Estados Unidos e em comunidades muçulmanas de todo o mundo.


Em ciência e tecnologia, lançaremos um novo fundo para financiar o desenvolvimento tecnológico em países de maioria muçulmana e ajudar a transferir ideias para o mercado de modo a gerar empregos. Abriremos centros de excelência científica na África, no Oriente Médio e no Sudeste Asiático e indicaremos novos enviados da área de Ciências para colaborar em programas que desenvolvam novas fontes de energia, criem empregos “verdes”, digitalizem registos, limpem a água e plantem novas culturas. E hoje estou anunciando um novo esforço global com a Organização da Conferência Islâmica para erradicar a poliomielite. E também ampliaremos as parcerias com as comunidades muçulmanas para promover a saúde infantil e materna.


Todas essas coisas precisam ser feitas em parceria. Os americanos estão prontos a se unirem a cidadãos e governos, organizações comunitárias, líderes religiosos e empresários em comunidades muçulmanas ao redor do mundo para ajudar nossos povos a buscar uma vida melhor.


As questões que descrevi, não vão ser fáceis de resolver. Mas temos a responsabilidade de nos unir em prol do mundo que queremos – um mundo em que extremistas não mais ameacem nossos povos e os soldados americanos tenham voltado para casa; um mundo em que palestinianos e israelitas estejam seguros em seus próprios estados, e a energia nuclear seja usada para fins pacíficos; um mundo em que os governos prestem serviços a seus cidadãos e os direitos de todos os filhos de Deus sejam respeitados. Esses são interesses mútuos. Esse é o mundo que nós queremos. Mas só podemos consegui-lo juntos.



Sei que há muitos - muçulmanos e não muçulmanos – que perguntam se podemos criar esse novo começo. Alguns estão ansiosos para por lenha na fogueira da divisão e impedir o caminho do progresso. Alguns sugerem que o esforço não vale a pena – que estamos fadados ao desentendimento e as civilizações estão condenadas a entrar em choque. Muitos outros são simplesmente cépticos de que mudanças reais possam ocorrer. Há muito medo, muita insegurança. Mas se escolhermos ficar presos ao passado nunca avançaremos. E quero dizer em especial aos jovens de qualquer fé, de todos os países – vocês, mais do que ninguém, têm a capacidade de reconstruir este mundo.



Todos nós compartilhamos este mundo apenas por um curto espaço de tempo. A pergunta é se usamos esse tempo para nos concentrar naquilo que nos separa ou se nos empenhamos em um esforço – um esforço sustentável – para encontrar interesses em comum, colocar nosso foco no futuro que buscamos para nossas crianças e respeitar a dignidade de todos os seres humanos.


É mais fácil começar as guerras do que terminá-las. É mais fácil culpar os outros do que olharmos para nós mesmos; ver o que é diferente em alguém do que encontrar coisas em comum. Mas devemos escolher o caminho certo, não apenas o caminho fácil. Há também uma regra que repousa no cerne de todas as religiões – que devemos fazer aos outros aquilo que gostaríamos que fizessem a nós. Essa verdade transcende nações e pessoas – uma crença que não é nova; que não é de negros, brancos ou morenos; que não é de cristãos, muçulmanos ou judeus. É uma crença que pulsava no berço da civilização e que ainda pulsa no coração de biliões de pessoas hoje em dia. É uma fé em outra pessoa e é o que me trouxe aqui hoje.


Temos o poder de construir o mundo que queremos, mas somente se tivermos a coragem de fazer um novo começo, tendo em mente o que foi escrito.


O Sagrado Alcorão nos diz: “Ah, humanidade! Nós criamos homens e mulheres; e os colocamos em nações e tribos para que possam se conhecer uns aos outros.”


O Talmude nos diz: “O Tora inteiro tem por finalidade a promoção da paz.”


A Bíblia nos diz: “Abençoados sejam os pacificadores porque eles serão chamados de filhos de Deus”.


Os povos do mundo podem viver juntos em paz. Sabemos que essa é a visão de Deus. Agora, esse deve ser nosso trabalho aqui na Terra. Muito obrigado. E que a paz de Deus seja convosco.


(fim da transcrição)

1 comentário:

jayme disse...

assim seja em todo o universo. Ayam.

cometa ison

PRG







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inv



AN INVOCATION

14:02:2014 – 09:00 H Brisbane Hour, Australia

13:02:2014 – 23:00 H Lisboa, Portugal

13:02:2014 . 21:00H Brasília, Brasil

http://24timezones.com/

Petition

A Divulgação da presença ET na Terra, a ser feita pelo Governo

Full government disclosure of ET presence on Earth

https://secure.avaaz.org/en/petition/Full_government_disclosure_of_ET_presence_on_Earth_now/?cHQipcb

Porque é importante

A presença de civilizações extraterrestres sobre a Terra e à volta dela tem sido atestada publicamente por centenas de testemunhas em primeira mão, incluindo autoridades militares, astronautas e pilotos da aviação civil.

Tem sido sujeita a um encobrimento durnte mais de 60 anos, de acordo com o testemunho ddo por essas pessoas, tornado public pelo Projecto Divulgação do Dr. Steven Greer e do documentário recente, SIRIUS, como também através do Citizen’s Hearing on Disclosure = Audiências do Cidadão sobre a Divulgação, que teve lugar no National Press Club, em Washington DC, em Abril/Maio de 2013.

Este encobrimento, usando desinformação mediática e embustes, impediu a Humanidade de um contacto aberto com cidadãos galácticos benevolentes e altamente avançados, capazes de fazer viagens interestelares mais rápidas do que a velocidade da luz. Ao fazê-lo, os líderes mundiais privaram este planeta de tecnologias de propulsão e energia avançadas, que podiam ter transformado completamente a civilização humana, erguerndo-a a um nível elevado de bem-estar global, interrelacionamento e saúde ambiente com que muito poucos podem mesmo sonhar.

O nosso planeta pode, apenas, encaminhar-se para uma crise mais profunda sob o controlo do complexo militar-industrial e das corporações de combustíves fósseis, que puxam os fios do governo, para alternativas demoradas que iriam ver o seu poder a esfarelar-se, jutnamente com a cabala de interesses investidos.

O reconhecimento aberto pelos governos da Terra, dos povos extraterrestres avançados, é o passo necessário para começar o próximo capítulo da Humanidade e do nosso planeta. A clareza é vital se a Humanidade está a ligar-se de maneira bem sucedida com os ET’s a aproximarem-se em boa vontade, actualmente não diferenciado na representação da comunicação mediática pelas entidades negativas ou possíveis agências humanas a usar naves de engenharia reversa com objectivos desconhecidos. A falta de transparência cria confusão e o potencial para acções destrutivas.

Vamos tomar uma atitude de compaixão e liberdade AGORA, e chamar as Nações Unidas e todos os governos do mundo para dar um passo em frente, reconhecer a verdade de contacto ET benevolente com a Terra, e começar a envolver-nos abertamente com nossos vizinhos galácticos para curar o nosso mundo.


https://secure.avaaz.org/en/petition/Full_government_disclosure_of_ET_presence_on_Earth_now/?cHQipcb


Mensagem do Criador

O CRIADOR ENVIA UM ANÚNCIO


DEUS MÃE/PAI
Canal: Kathryn E May, PsyD 02 de Agosto de 2013

http://disclosure-2012.com/page/482254554

O Criador Original Fala:

Meus Queridos, não falo muitas vezes directamente convosco, mas é uma época tão extraordinária que estou a aproveitar esta oportunidade para falar-vos mais sobre o vosso mundo, e como é importante que se concentrem completamente, agora, em erguer as vossas vibrações, especialmente aqueles que estiveram tão ocupados a trabalhar, a ganhar dinheiro para pagar as contas e cuidar da família.

Esse tempo terminou. Não haverá mais contas para pagar, mais problemas sobre como ireis alimentar as vossas famílias, educá-las ou sobreviver durante a vossa reforma. A vossa reforma será gloriosa, muito para além dos vossos sonhos mais ousados, não irá custar-vos nada e começa agora, seja qual for a vossa idade cronológica na Terra. Não será uma reforma/retirada da Vida, nem será a morte. Estais agora no limiar de uma viagem magnífica em direcção às estrelas.

Os vossos Irmãos e Irmãs estão precisamente à vossa espera. Olhem para o céu numa noite clara. Enviem-lhes saudações e eles irão fazer cintilar as luzes coloridas das suas naves para mostrar a sua felicidade, para vocês os verem, e em breve estarão aqui convosco, a caminhar entre vós, a abraçar-vos, a cantar hinos de celebrações convosco. Agora há milhares deles ao longo das linhas da rede que traz a energia do Cosmos, para erguer-vos e ensinar-vos o Amor e a Luz Sem Fim.

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RICHARD DOLAN



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